Cadastre-se e tenha acesso a conteúdos exclusivos!
Quero me cadastrar!
Menu & Busca
Já É Juca –A Expectativa Dos Atletas Para Os Jogos Universitários Em 2018

Já É Juca –A Expectativa Dos Atletas Para Os Jogos Universitários Em 2018

Por Marcella Azevedo – Fala!FIAM FAAM

Os jogos universitários, tradição desde 1993, chega com tudo para a sua 25º edição, que dessa vez ocorre em São Carlos, interior de São Paulo

Está chegando o JUCA 2018 (Jogos Universitários de Comunicação e Artes), que terá início no dia 28 de abril e seu encerramento no dia 01 de maio. Esse ano será a 25º edição, e a sede vai ser em São Carlos. Os jogos acontecem desde 1993 e tem a faculdade Mackenzie como a maior campeã da competição. No ano passado o troféu ficou com a Anhembi Morumbi.

E em 2018, quem será que vai ter o gostinho de ser campeão no maior torneio entre faculdades de São Paulo?

Para começarmos a sentir o gostinho dessa expectativa, conversamos com uma galera das faculdades Mackenzie, USP e Anhembi Morumbi. Ou melhor: com ATLETAS, que vão nos contar como está sendo as vésperas dos jogos esse ano e o que acham do JUCA.

Vamos conhecer melhor essas feras:

 

Pedro Rotta
20 anos – Jornalismo – Mackenzie – Hand

Gabriel Durazzo
23 anos – Publicidade e Propaganda – Mackenzie – Futsal

Beatriz Marcondes
20 Anos – Publicidade e Propaganda – Mackenzie – Futsal

Leticia Riva
22 anos – Jornalismo – Mackenzie – Hand

Isabella Simões
20 anos – Publicidade e Propaganda – Anhembi Morumbi – Tênis de Mesa

Rafael Castino
20 anos – Jornalismo – USP – Handebol

Sidnei Rodrigues de Souza
27 anos – Educomunicação – USP – Vôlei

André Siqueira
20 anos – Jornalismo – USP – Futebol de Campo


Fala!:
O que significa representar a sua faculdade em um evento como o JUCA?

Pedro: Representar a camisa do Tuba, a mais vencedora do JUCA, é algo especial, diferente de qualquer coisa que eu já tinha visto.

Beatriz: É uma responsabilidade muito grande para todos os atletas que representam o TUBA, e também uma emoção poder fazer parte desse time.

André: Para mim é algo extremamente valioso. A sensação de ver seus colegas nas arquibancadas torcendo é muito legal. A atmosfera criada é bacana, ainda mais porque o Juca tem um nível muito bom de competividade.

Sidney: Campeonatos como o Juca são os mais importantes para um atleta universitário poder jogar, nos preparamos o ano inteiro para esse momento.

[read more=”Leia Mais” less=””]

Fala!: Qual sua expectativa para o campeonato?

Leticia: Não penso em outra coisa a não ser em sair de lá campeã.

Isabella: A expectativa é sempre boa. Treinamos muito para esse momento e está chegando a hora de mostrar para o que viemos e porque estamos lá.

Rafael: A expectativa para o campeonato é sempre a melhor: tentar ser campeão. Mesmo com o nível de competividade do Juca subindo a cada ano, é um objetivo possível.

Beatriz: Acredito que todas as modalidades estão treinando bastante e se dedicando para atingir o nosso objetivo que é ser campeão geral e na própria modalidade. Todo trabalho feito até agora vai mostrar grandes resultados. Esperamos e vamos voltar com a taça para casa

Fala!: Em qual posição você joga? Se inspira em algum atleta?

André: Na minha primeira partida pela ECA, que foi em uma edição de jogos universitários, o BIFE, joguei como primeiro volante, uma coisa inédita. A marcação não é a minha maior virtude, mas fui escalado para ajudar na saída de bola. Me considero um jogador mais técnico do que velocista, extremamente driblador. Sempre ali pelo meio, armando o time. E quando a gente une o passe à técnica, não posso deixar de citar Ganso, que é canhoto como eu, e foi muito importante para o Santos, meu time de coração. Mas o ídolo máximo do meio-campo é o Iniesta, ele tem aquela coisa mais lúdica do futebol, aquela magia com a bola nos pés. E se pudesse citar dois jogadores mais antigos, destacaria o Alex, que jogou no Palmeiras e no Fenerbahçe, que é nota 10, e o Falcão, do Inter e Roma.

Gabriel: Sou goleiro, tanto no campo como no futsal. Tenho inspirações sim: São Marcos, Buffon, Van Der Sar.

Pedro: Eu jogo tanto de meia direita quanto de ponta direita no Handebol do Tuba. Tem dois jogadores que eu adorava ver jogar o Croata Ivano Balic, que é considerado por muitos um dos maiores jogadores de handebol da história. E o outro é o ponta direita da França, Luc Abalo.

Isabella: No tênis de mesa não tem uma posição especifica. Uma das minhas maiores inspirações no esporte, em geral, por tudo que ela passou e pelo fato dela conquistar o que ela conquistou é a Natalia Zilio, do vôlei.  No próprio tênis de mesa, a Bruna Takahashi e o Hugo Calderano me inspiram bastante. Ambos são atletas muito jovens, que vem conquistando coisas incríveis com muita dedicação e treinos.

Sidney: Eu jogo de central no vôlei, mas já joguei de oposto também. Um atleta que me inspiro é o Serginho (escadinha), por tudo que ele representa e como ele se doa dentro de quadra, e da minha posição, me inspiro no meu xará, Sidão.

Fala!: Você leva o JUCA apenas como algo para distrair e se divertir, ou vê como algo mais sério e vai se preparando para o evento com antecedência e joga valendo a vida mesmo?

Pedro: Como o atleta é quase impossível levar o JUCA como algo só para se divertir. Claro que a diversão não pode faltar, né? A partir do momento que você começa a se concentrar para jogar, você esquece as festas e o open! LÁ DENTRO TEM QUE DAR A VIDA.

Gabriel: Atleta que leva o Juca como diversão/distração não merece vestir a camisa do Tuba. Eu me preparo durante o ano todo, busco sempre melhorar e me dedico muito.

Beatriz: O futsal feminino vem se dedicando muito, treinamos forte durante a semana, marcamos amistosos e disputamos campeonatos, justamente porque o JUCA é como se fosse a nossa Copa do Mundo. Não estamos lá para brincar e sim para vencer.

Leticia: É uma diversão. Óbvio que bebo, vou nas festas, mas quando to na quadra, tudo acaba e eu foco só naquilo. Foco no jogo e em tudo que eu treinei para estar ali.

Isabella: O esporte, na minha vida, nunca foi apenas distração. Óbvio que estar jogando é um ponto onde esquecemos do mundo e também serve para distrair, mas o Juca não é só isso. A gente vai para jogar e dar um melhor de cada um. E conquistar aquilo que lutamos toda semana nos treinos para conseguir

André: Tudo que se relaciona ao futebol eu levo extremamente a sério. Procuro estar bem fisicamente, por isso corro e treino bastante, mesmo que seja um torneio universitário e amador. São três dias de jogos, quase sempre jogo todos os dias, então eu prezo muito pelo aspecto físico. Primeiro porque é uma vaidade minha. Gosto de me sentir bem. Segundo, porque eu sei que sou importante para o time, um dos remanescentes do time de três anos, então busco sempre dar exemplo.

Nessas viagens, é claro que eu curto, mas em véspera de jogo eu procuro segurar, ser responsável. Deixo para extravasar quando somos eliminados, mas esse nunca é meu plano principal.

Sidney: Eu sempre levo a sério, mas sem deixar de me divertir, afinal não ganhamos nada para jogar, jogamos pelo amor ao esporte. Mas sempre entro em quadra para dar o meu máximo e para ajudar meus companheiros a chegar na vitória.

Rafael: Essa é difícil explicar. Me dedico nos treinos – que são claramente, mais intensos quando vai chegando o dia. Sempre vou bem focado para os jogos. No entanto, não deixo de aproveitar as festas e assistir outras modalidades do Juca. Se tivermos um jogo de manhã, é só voltar mais cedo da festa.

 [/read]

Confira também:

– JUCA – A história e como ele funciona

0 Comentários

Tags mais acessadas