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Especial JUCA 2018 – Fala! entrevista a ECA

Especial JUCA 2018 – Fala! entrevista a ECA

Por Léo Martins – Fala!Anhembi

 

Após retornar ao pódio na edição anterior, a Escola de Comunicação e Artes quer um JUCA na qual a rivalidade fique apenas em quadra   

O Roxo e Amarelo e Todas as Cores estarão presentes em São Carlos para mais uma edição dos Jogos de Comunicação e Artes (JUCA). A Atlética Lupe Cotrim – Ecatlética, da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (USP), voltou ao pódio no ano passado e nesta edição, promete usar toda a garra do mascote Leão para conquistar o título geral, que não vem desde 2010. Em entrevista ao Fala!Universidades, o Diretor Geral de Esportes (DGE), Rodrigo Sanzovo, promete uma ECA empolgada com todos os jogos.

“Mostrar que o JUCA é convidativo para todos o torna pioneiro em diversos pontos de discussão”, disse Sanzovo. Foto – Ecatlética

Em Araraquara 2017, a ECA ficou com a 3ª colocação após critério de desempate técnico com a Cásper Líbero, ambas com 97 pontos. “Foi uma decepção não ganharmos nenhuma medalha de ouro, mas por outro lado voltamos a ficar entre os três melhores, então foram duas sensações distintas”, disse o DGE, que também é atleta de basquete e está na diretoria há um ano e meio.

“Se eu não me engano, desde que o xadrez foi implantado no JUCA, ganhamos ouro em todas as edições”, disse, apontando pra o vice-campeonato inédito do xadrez. Além deles, a natação feminina e o vôlei masculino também levaram a prata para casa.

“Foi uma decepção não ganharmos nenhuma medalha de ouro, mas por outro lado voltamos a ficar entre os três melhores”


A ECA é a faculdade com maior número de medalhas de ouro no xadrez – Foto: Ecatlética

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O ano passado também foi marcado como atípico pela atlética, já que ela foi a faculdade a levar o menor público para o competição. “Levamos um número abaixo da média, uma delegação com 280 pessoas. Esse ano a expectativa é de 320 pessoas”, declarou.

A renovação e preparação de atletas na ECA ocorrem de maneira diferente em relação às demais participantes do JUCA. “O BICHUSP é um campeonato interno na USP em que disputamos com as outras atléticas da Cidade Universitária. Nossos times estão indo super bem, o que importa para nós é que eles sintam o esporte universitário e eles estão curtindo essa experiência”, declarou.

A ECA conta com o Centro de Treinamento da USP, espaço divido com outras 20 atléticas da universidade para práticas esportivas. “Temos problemas com as limitações de horário, por exemplo, ele fecha às 21h30, horário que muitos ainda estão em aula; pela tarde muitos trabalham, é um ciclo vicioso”, declarou. A questão de a quadra ser descoberta também é um ponto negativo. “Quando chove não temos como treinar, então começa a correria em recorrer a outras quadras ou então ter que cancelar o treino”, disse.

A natação feminina ficou com o vice-campeonato em Araraquara – Foto: Ecatlética

“O que importa para nós é que eles sintam o esporte universitário e eles estão curtindo essa experiência”

O slogan desse ano: Roxo, Amarelo e Todas as Cores vai muito além de apenas um tema. “É o compromisso que a ECA tem há anos em carregar bandeiras sociais para o JUCA, trazendo uma discussão que difunde o que é discutido dentro da ECA, rolando uma troca de informações com as outras faculdades”, declarou. “O JUCA é um lugar de confraternização, aceitação e felicidade, a rivalidade tem que ficar apenas dentro das quatro linhas”, explicou. “Mostrar que ele é convidativo para todos o torna pioneiro em diversos pontos de discussão”, afirmou.

Em relação a expectativas para 2018, o foco ainda continua sendo para modalidades individuais. “Condiz ao trabalho do último ano, mas estamos indo além para estruturar modalidades coletivas que estavam totalmente desarticuladas”, exemplificou.

“O JUCA é um lugar de confraternização, aceitação e felicidade, a rivalidade tem que ficar apenas dentro das quatro linhas”

Sanzovo apontou para um foco especial na segunda participação do rugby feminino; e na primeira do futebol feminino, modalidade em teste nesta edição do JUCA. “Nosso objetivo sempre é manter a melhor estrutura possível dentro das dificuldades na qual enfrentamos”, declarou.

Pra ele, a Atlética Grifo, da Universidade Anhembi Morumbi, vem como favorita ao título. “Eles mostraram a força que tem e passaram como um tsunami em Araraquara. Porém, todos os anos o JUCA vem mostrando que as 8 faculdades tem nível para ganhar pelo menos alguma modalidade”, declarou.

“Nosso objetivo sempre é manter a melhor estrutura possível dentro das dificuldades na qual enfrentamos”

Questionado sobre o chaveamento, ele disse que hoje os Jogos mudaram e não dá mais para tirar conclusões senão em quadra. “Há vários anos pensamos que alguns jogos seriam fáceis e não foram, os que eram mais difíceis não foram tão complicados, o que podem esperar são jogos bem empolgantes”, disse. “Pegamos três jogos contra o Mack e PUC-SP, partidas que serão pau a pau. Temos que entrar com a mesma cabeça em todos os confrontos”, declarou.

O vôlei masculino realizou as últimas duas finais do JUCA, ficando com a prata em ambos os anos – Foto:Usina Universitária / Revista Beat

“Todos os anos o JUCA vem mostrando que as 8 faculdades tem nível para ganhar pelo menos alguma modalidade”

Confrontos esses como o reencontro do vôlei feminino contra a Grifo. “Nossas meninas foram campeãs em 2016 ganhando a semifinal delas, no ano passado elas quem foram campeãs, estamos muito empolgados por esse jogo, vai ser interessante”, disse.

Confronto de campeãs: ECA, ouro em Sorocaba 2016; e GRIFO, ouro em Araraquara 2017.

Para ele, o JUCA é um dos poucos inter’s na qual a possibilidade de título geral não é absolutamente para apenas uma atlética. “A Belas Artes e a PUCCAMP, por exemplo, são faculdades que vêm em uma crescente muito boa. O JUCA está diferente por conta disso”, afirmou.

Durante a entrevista, conjecturamos que a ECA se consagrou tricampeã do JUCA, cabendo a ele terminar a classificação geral. Eis o cenário imaginado por Rodrigo:

1º ECA
2º GRIFO
3º CÁSPER
4º MACK
5º BELAS ARTES
6º PUCCAMP
7º PUC-SP
8º METÔ

 – JUCA 2018 com a ECA: “ROXOAMARELO e de todas as cores!” –

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Rodrigo Sanzovo está na diretoria há um ano e meio. Ele também é atleta de basquete da equipe roxo e amarelo.

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Confira também:
– JUCA – A história e como ele funciona

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