Impactos da Geração Alfa
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Em um mundo mergulhado na tecnologia, as crianças e os adolescentes são os maiores consumidores e, em um piscar de olhos, acabam encontrando coisas boas e ruins.

O acompanhamento dos pais é essencial para o desenvolvimento crítico e emocional do filho. Assim, determinar quantas horas serão gastas online, bem como fiscalizar o que está sendo pesquisado, são práticas fundamentais para evitar que o jovem seja manipulado por pessoas ou conteúdos na Internet e, dessa forma, diminuir os riscos de cyberbullying, assédio sexual e exploração de menores.

Muitas crianças estão deixando as brincadeiras de lado para ficarem em casa com seus dispositivos eletrônicos, “perdendo” a infância e se tornando “escravos” da tecnologia.

Em conversa com alguns pais, a grande maioria diz estar ciente dos perigos que as crianças e os adolescentes estão expostas caso não exista um limite estabelecido para o uso da Internet. No entanto, confessam que controlar o acesso dos filhos à tecnologia é muito difícil, e acabam vencidos pelo cansaço. 

Segundo pesquisa feita em 2018 pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, 79% dos usuários de Internet entre 9 e 17 anos afirmaram possuir um perfil em alguma rede social. E desse total, 8,8 milhões já foram expostos a discursos de ódio, intolerância e violência na internet. 

Além disso, há o problema com o tempo gasto online. Pediatras afirmam que o período ideal para uma criança de 6 a 12 anos ficar na Internet é de apenas 2 horas por dia. Infelizmente, quase sempre o jovem ultrapassa o limite de tempo indicado.

OS EFEITOS NOCIVOS DO EXCESSO DE DADOS

Riscos para a infância

Afinal, por que os pais são tão liberais com os filhos em relação à Internet? 

Para uma parte dos pais, a Internet é a aliada perfeita na hora de distrair os pequenos.

Às vezes estou tão ocupada com o trabalho, que acabo não tendo como dar tanta atenção, então peço para a Mary assistir TV ou jogar alguma coisa no celular.  

conta Maria Helena, mãe da Maryeh de 7 anos.

A Sociedade Brasileira de Pediatria informa que é recomendado mais interações “humanas” do que com a Internet. As brincadeiras ao ar livre, por exemplo, são fundamentais para estimular o aprendizado, a atividade física, a criatividade e a coletividade da criança.

Apesar de toda a avalanche de tecnologia digital, ainda é possível que os pequenos tenham a incrível sensação da diversão fora da Internet. Cabe aos pais e responsáveis inseri-los em outras formas de entretenimento, ocupando o tempo que seria gasto navegando. Então, vamos brincar?

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Por Renata Ariel Silva Cruz –  Fala! FIAM FAAM)

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