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Handebol Feminino: muitas vitórias, pouco patrocínio

Handebol Feminino: muitas vitórias, pouco patrocínio


A vida e as dificuldades das jovens atletas do handebol brasileiro

 

Por Isabella Baliana – Fala!Mack

O Brasil é um país conhecido mundialmente pelo esporte, principalmente o futebol. Este, já se tornou um símbolo de identidade nacional dos brasileiros. Mas, o que muita gente esquece, é que o Brasil também possui outras modalidades que não deixam de serem importantes, como o handebol. Esporte de origem europeia, chegou ao Brasil na década de 30 e se difundiu principalmente através de escolas e universidades.

Foi dessa forma que Luisa Manochio, de 15 anos, Ana Júlia Silva e Luana Paula de Oliveira, ambas com 17 anos, conheceram o esporte. Elas jogam no time da cidade de São José dos Campos, interior de São Paulo. As meninas descobriram sua paixão pelo handebol nas aulas de educação física do colégio que estudavam. Como os professores notaram que eram boas no esporte, as chamaram para jogar por São José, e, desde então, é onde continuam até hoje.

Segundo o técnico do time feminino juvenil de São José dos Campos, Márcio José Volponi, de 53 anos, houve uma pesquisa anos atrás dizendo que o handebol era o segundo esporte mais praticado nas escolas: “se existe uma popularização do handebol, é devido à prática nas escolas de ensino fundamental e médio”. Contudo, Márcio enfatiza que o número de praticantes do esporte não se transforma em quantidade de atletas para competir. Dessa forma, ainda é um esporte não muito popular, pois no panorama nacional possui poucos jogadores.

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