Inscreva-se agora e fique por dentro das novidades!
Quero me inscrever!
Menu & Busca
Fala! Reentrevista a Atlética Comunicação PUC

Fala! Reentrevista a Atlética Comunicação PUC

Por Equipe Fala!

Fala! Reentrevista a Atlética Comunicação PUC

Há algumas semanas o Fala! procurou a Atlética de Comunicação PUC para uma entrevista sobre o JUCA. Na data, o então diretor de esportes da Atlética dividiu suas expectativas com a gente sobre os jogos de 2018, como vocês poderão ver nesta edição especial do Fala!. Nesse ínterim, o entrevistado foi desligado da Atlética, e agora trazemos a entrevista com Ananda Virgílio Portela e Mariana dos Santos Benedito, Diretoras Geral de Esportes e de Comunicação respectivamente, e que atualmente representam a Atlética de Comunicação PUC:

A PUC ficou em 7 lugar em Araraquara, com 63 pontos. Quais as diferenças em relação ao ano passado que farão a PUC melhorar pra São Carlos?
Acreditamos que são duas, na verdade: a entrada dos bixos e o trabalho árduo dos Diretores de Modalidade. Eles entraram esse ano com uma pegada totalmente diferente, de fazer seu próprio time se desenvolver. A gestão de esportes deste ano foi focada nisso, em fazer os times cada vez mais fortes e independentes – claro que também com a ajuda da Atlética.

“Dog Bless – Que o PUCÃO abençoe o rolê”, por que esse tema?
Se você pegar “DOG” e mudar a primeira e última letra, fica “GOD”, tipo “God bless”. Mas a benção não é bem religiosa, e sim que o PUCÃO abençoe tudo que fomos fazer nesse JUCA: nossos jogos, as festas, nossa viagem, nossa integração, as história que vamos levar… que o PUCÃO abençoe tudo isso, todas essas coisas que fazem a PUC ser a faculdade que ela é.

Como foi o processo de renovação das equipes pra esse ano?
O processo começou basicamente com a entrada de bixos e bixetes. A gente viu que muitos deles já tinham essa cultura esportiva antes de entrar na faculdade, e que chegaram com esse sentimento de fazer parte dos times e de realmente defender a PUC. Eles já se sentem parte da equipe mesmo estando na faculdade há poucos meses.

O nosso trabalho para isso é entrar em contato com os bixos desde o começo. Assim que a lista sai, a gente procura cada um no Facebook e adiciona, e quando começam as aulas a gente passa de sala em sala apresentando as entidades, Atlética, Bateria e Torcida, e as modalidades. Assim temos bem definido quem gostaria de jogar cada modalidade.

O ‘Cachorro Louco’ ficou com o vice campeonato em Araraquara

Como foi o chaveamento para a Atlética PUC? Qual é a expectativa do esportivo neste ano?
O chaveamento foi muito positivo, o melhor dos últimos anos. Está bem equilibrado, acredito que todos os times estejam no mesmo nível. A gente tem o Cachorro (time de futebol) que está sempre bem, mas temos outros times que se desenvolveram neste ano e estão muito fortes: futsal fem., handebol masc. e fem., vôlei  masc. e fem., tênis de mesa masc. e fem., enfim, dá pra dizer que todos os nossos times estão bem preparados neste ano, então a expectativa é muito positiva.

O tênis de campo feminino ficou com a medalha de prata no ano passado

Vocês acham que esse ano há uma atlética favorita ao título?
Difícil falar sobre favoritismo em um campeonato tão disputado como o JUCA. A gente tem as faculdades que sempre disputam o título, Mackenzie e Anhembi Morumbi, mas acho que a Cásper vem muito bem, a ECA vem muito forte, a PUC vem muito forte… todas estão muito equilibradas este ano e a tendência é que a gente tenha um campeonato muito bom.

A diversidade é prioridade para a PUC


Sobre o JUCA da Diversidade… Ano passado vocês inovaram com o banheiro agênero. Esse ano atletas transgêneros poderão jogar. Qual é o cenário atual sobre a questão no meio universitário?

O JUCA é pioneiro na questão de jogadores trans, é muito incrível esse avanço e serve de exemplo para outros jogos. E a PUC é pioneira no banheiro agênero. Isso é muito positivo para gente. Este ano nós estamos ainda mais preparados para isso, bem estruturados e com uma comissão anti-opressão muito grande. As punições no JUCA esse ano estão muito mais severas para casos de opressão nos ginásios e nas festas, então acho que é um cenário positivo e a gente tende a cada vez mais desenvolver isso.

 

0 Comentários