'Era Uma Vez um Sonho': crítica do sucesso da Netflix com Amy Adams
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‘Era Uma Vez um Sonho’: crítica do sucesso da Netflix com Amy Adams

‘Era Uma Vez um Sonho’: crítica do sucesso da Netflix com Amy Adams

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Amy Adams e Netlix juntos no Oscar 2021

Em novembro deste ano, a plataforma de streaming Netflix lançou o filme Era Uma Vez Um Sonho. O longa conta com atores renomados de Hollywood, como Amy Adams e Glenn Close, e de cara já se tornou um forte candidato para o Oscar 2021.

Na última premiação da Academia, que ocorreu em fevereiro deste ano, a Netflix foi o estúdio que mais recebeu indicações – 24 ao todo -, mas venceu apenas duas categorias. Falando em decepção com o Oscar, a própria Amy Adams sofre do mesmo problema. A atriz já teve 6 indicações ao Oscar, todavia, nunca levou a tão esperada estatueta para casa. Será que Era Uma Vez Um Sonho vai levar Amy Adams e a Netflix para o palco do Oscar 2021?

Era Uma Vez Um Sonho
Filme Era Uma Vez um Sonho, com Amy Adams. | Foto: Netflix.

Era Uma Vez Um Sonho tem chances de concorrer no Oscar 2021?

Muitos críticos de cinema acreditam que o longa não alcançará essa conquista. Jornais importantes dos Estados Unidos, como Associated Press e New York Post, apontam que a produção tinha potencial, mas deixou muito a desejar. 

Um elemento que pesa bastante na crítica cinematográfica é a veracidade, visto que o filme é baseado na história real de J.D. Vance. A responsabilidade do diretor Ron Howard era imensa, porque, além de seguir os fatos verídicos, também tinha de alcançar a autobiografia de Vance. 

Resenha do filme com Amy Adams

Apesar de todos esses desafios, Era Uma Vez Um Sonho contava com uma equipe de muita qualidade – na frente e por trás das câmeras. O resultado foi um filme com muitos altos e baixos. A linha temporal é um elemento muito interessante, que foi explorado de maneira excelente por Howard. As cenas do passado são colocadas, com precisão, para explicar, psicologicamente, o que se passa no presente. 

A história trata de um tema bastante importante: os impactos de ter um usuário de drogas na família. Esse assunto tem potencial para ser explorado de diversas maneiras, mas, ao invés disso, presenciamos a repetição de padrões e até uma certa confirmação de estereótipo. 

No entanto, o que mais se destacou na produção foi a atuação de Amy Adams. A eterna Encantada tirou sua máscara de princesa e se entregou no papel de mãe usuária de drogas. A maneira como a atriz passa para o telespectador suas angústias é impressionante. Ficamos presos entre sua tentativa real de ser uma boa mãe e sua subordinação sob as substâncias tóxicas. 

Será que, dessa vez, Adams vai subir no palco para receber o prêmio mais importante de cinema? Por enquanto, basta acompanhar as críticas e ficar de olho nos indicados, que serão anunciados em breve. E você? O que achou do filme? A atuação de Amy Adams vai levar o Oscar 2021?

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Por Beatriz Bronzeri Pugliese – Fala! PUC

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