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Entre suspiros e beijos, um lugar de momentos

Entre suspiros e beijos, um lugar de momentos

Quem nunca chegou na Cásper com um sono de matar e aquela vontade desesperada de cair e morrer no sofá do CAVH, só que deu de cara com a porta trancada? Ou estava afim de namorar e não encontrava o canto perfeito para isso? O que fazer nessas situações? Recorrer a nossa querida rampa, com seu jeito simplório e calmo, seus lugares escondidinhos e tão adorados! O Fala! Cásper foi atrás de histórias para conhecer melhor a tradição e o sentimento que rola entre os casperianos nesse espaço fundamental do prédio da Gazeta no 3º andar da Paulista 900.

Entre fatos passados e recentes, veteranos e bixos, encontramos sentimentos e motivos da rampa ser o point certo dos casperianos. Descobrimos coisas que certamente alguns bixos não imaginavam, como o fato de que há muitos anos atrás, até mais ou menos 2009, aquele espaço era um fumódromo. Mas conversando com a galera que frequentava todos os dias a rampa, fica claro que o principal e real motivo para ser tão comentada e lembrada: sempre estar com o seu extenso espaço aberto aos casperianos que muitas vezes estão desmaiando de sono.

Entrevistando uma aluna do segundo ano de RP, ela conta que seu primeiro contato com a rampa foi durante os intervalos, quando todas as meninas da sua sala sentavam lá para lanchar, mesmo que alguns grupinhos já estivessem formados. Ela desabafa que com o passar do tempo os grupos foram ficando cada vez mais fechados, meses depois ninguém mais se sentava lá. Também lembra que a rampa sempre a acolheu todos os dias de manhã, já que chegava muito cedo na faculdade aproveitava para tirar um cochilo antes da aula. Depois de freqüentar o Centro Acadêmico ela não precisou mais usá-la com este fim, apenas para juntar alguns amigos e fazer rodinhas de conversas. Com o CAVH fechado momentaneamente,  voltou ao 3º andar e diz “foi bom relembrar os tempos de rampa, mesmo que só por um momento”.

Enquanto alguns usam a rampa como cama, outros a ocupam como um lugar para relaxar. Um outro aluno enfatiza que pelo fato do terceiro andar estar sempre muito cheio, principalmente no intervalo, com muitas conversas paralelas, o espaço se tornou uma válvula de escape para os momentos em que se quer ficar de boa e na paz. Durante as manifestações era um lugar bom para ficar de camarote e assistir de primeira tudo o que acontecia na Av. Paulista. Uma ex-aluna lembrou dos seus tempos na rampa, nos contou que ela e os amigos gostavam de fazer corrida de rolar, o que resultava em muitas risadas e divertimento.

Percebemos que a rampa tem um significado diferente para cada pessoa que por ali passa. Não há só um sentimento simples, e sim a sensação de pertencer a um lugar onde todos levam um pedacinho da lembrança, história e a da importância de terem feito parte de algo tão grandioso e simples, mas que traz momentos que só ali poderiam ter. Essa é a rampa. E aí, você já deu uma passada lá hoje?

Daniele Pungen

Quem nunca chegou na Cásper com um sono de matar e aquela vontade desesperada de cair e morrer no sofá do CAVH, só que deu de cara com a porta trancada? Ou estava afim de namorar e não encontrava o canto perfeito para isso? O que fazer nessas situações? Recorrer a nossa querida rampa, com seu jeito simplório e calmo, seus lugares escondidinhos e tão adorados! O Fala! Cásper foi atrás de histórias para conhecer melhor a tradição e o sentimento que rola entre os casperianos nesse espaço fundamental do prédio da Gazeta no 3º andar da Paulista 900.

Entre fatos passados e recentes, veteranos e bixos, encontramos sentimentos e motivos da rampa ser o point certo dos casperianos. Descobrimos coisas que certamente alguns bixos não imaginavam, como o fato de que há muitos anos atrás, até mais ou menos 2009, aquele espaço era um fumódromo. Mas conversando com a galera que frequentava todos os dias a rampa, fica claro que o principal e real motivo para ser tão comentada e lembrada: sempre estar com o seu extenso espaço aberto aos casperianos que muitas vezes estão desmaiando de sono.

Entrevistando uma aluna do segundo ano de RP, ela conta que seu primeiro contato com a rampa foi durante os intervalos, quando todas as meninas da sua sala sentavam lá para lanchar, mesmo que alguns grupinhos já estivessem formados. Ela desabafa que com o passar do tempo os grupos foram ficando cada vez mais fechados, meses depois ninguém mais se sentava lá. Também lembra que a rampa sempre a acolheu todos os dias de manhã, já que chegava muito cedo na faculdade aproveitava para tirar um cochilo antes da aula. Depois de freqüentar o Centro Acadêmico ela não precisou mais usá-la com este fim, apenas para juntar alguns amigos e fazer rodinhas de conversas. Com o CAVH fechado momentaneamente,  voltou ao 3º andar e diz “foi bom relembrar os tempos de rampa, mesmo que só por um momento”.

Enquanto alguns usam a rampa como cama, outros a ocupam como um lugar para relaxar. Um outro aluno enfatiza que pelo fato do terceiro andar estar sempre muito cheio, principalmente no intervalo, com muitas conversas paralelas, o espaço se tornou uma válvula de escape para os momentos em que se quer ficar de boa e na paz. Durante as manifestações era um lugar bom para ficar de camarote e assistir de primeira tudo o que acontecia na Av. Paulista. Uma ex-aluna lembrou dos seus tempos na rampa, nos contou que ela e os amigos gostavam de fazer corrida de rolar, o que resultava em muitas risadas e divertimento.

Percebemos que a rampa tem um significado diferente para cada pessoa que por ali passa. Não há só um sentimento simples, e sim a sensação de pertencer a um lugar onde todos levam um pedacinho da lembrança, história e a da importância de terem feito parte de algo tão grandioso e simples, mas que traz momentos que só ali poderiam ter. Essa é a rampa. E aí, você já deu uma passada lá hoje?

Crédito - Daniele Pungen II Crédito - Daniele Pungen Créditos - DiversiCo _ Grupo Espírita Batuíra Luiza Marsili

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