Deep Motion abre jogo sobre carreira, lançamentos e vida estudantil
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Deep Motion abre jogo sobre carreira, lançamentos e vida estudantil

Deep Motion abre jogo sobre carreira, lançamentos e vida estudantil

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Se você ainda não escutou falar sobre o Deep Motion, agora é o momento de gravar esse nome e conhecer um pouco mais sobre o projeto dos jovens Antonio Barboza, Omar El Jamal e Renan Polyto. 

O trio de DJs e produtores estão em fase de grande ascensão na carreira e começam o ano de 2021 com o lançamento de Only Me, pela Cactunes Records. Apresentando um Progressive House de respeito, os meninos reforçam com a faixa a nova sonoridade do projeto, comprovando ainda mais a versatilidade e talento de cada personalidade que forma o Deep Motion.

Em conversa com o Fala! Universidades, Antonio, que mora e estuda em São Paulo, Omar e Renan, que moram e estudam em Londres, contaram um pouco mais sobre a produção da nova track e a sonoridade por trás dela, suas referências musicais, as influências europeias no projeto e, não menos importante, como conciliar a vida de estudante e de DJ, chegando ao sucesso em ambas. 

Deep Motion
Deep Motion fala sobre carreira e lançamentos em entrevista. | Foto: Reprodução.

Entrevista com Deep Motion

Parabéns pelo lançamento, meninos! Essa foi a primeira track do ano e ela trouxe uma nova sonoridade do Deep Motion. Pode nos contar um pouco mais sobre essa produção?

Muito obrigado! Acho que nessa track abusamos dos arps e elementos eletrônicos que dão uma sonoridade moderna para a música. Estamos tentando criar uma identidade que realmente nos represente. Acho que essa track é um grande passo para onde queremos chegar!

Vocês citam que se inspiram musicalmente em produtores como Camelphat e Rüfüs Du Sol. Além deles, quais ou quem são as inspirações do trio na hora de produzir?

Nos inspiramos muito no som do Lastlings, Elderbrook, Vintage Culture e do Kasablanca, que são grandes referências internacionais.

Vocês são três rapazes jovens que se uniram para realizar um sonho e seguem nessa trajetória até hoje. Quem eram e o que faziam Omar, Antonio e Renan antes do Deep Motion? Como aconteceu o encontro de vocês com a música eletrônica?

Renan e o Antonio começaram o projeto Deep Motion e o Omar tinha o próprio projeto musical, chamado Bømi. Como somos amigos há anos e já nos conhecíamos da escola, um dia conversamos e o Omar sugeriu a entrada dele no Deep Motion. Eu e o Antonio achamos uma ótima ideia e aceitamos na hora e, desde então, a nossa história só evoluiu. Temos uma ligação muito forte e cada membro é essencial para o projeto, sem qualquer um dos membros não seria a mesma coisa. Cada um agregando da sua forma única e deixando um balanceamento perfeito no grupo.

Como vocês conciliam a vida de estudante com a carreira em ascensão de DJs e produtores?

Isso sempre foi uma dificuldade nossa, tentando seguir o sonho e, ao mesmo tempo, balanceando com os estudos, mas, afinal, como somos três, então conseguimos dividir bem as responsabilidades para que não fique muito pesado. Tem algumas épocas que ficam mais complicadas por conta dos estudos, mas tem dado certo!

Conte-nos qual foi a apresentação mais especial de vocês (nacional ou internacional) e cite um palco, festival ou club que ainda desejam lotar!

Uma vez a gente foi tocar em uma balada nova que tinha acabado de inaugurar em São Paulo. Achávamos que ia ser uma balada normal e que não iríamos tocar em um horário bom. Quando chegamos lá, tinha fila na rua inteira, balada lotada e todo mundo vidrado na apresentação, demos um show espetacular e a galera veio conversar com a gente, todo mundo curtiu e ficamos até as 6h da manhã lá. Entramos no melhor horário, por volta da 1h30 da manhã. Foi realmente incrível e é uma lembrança muito boa que temos juntos, porque foi o momento em que percebemos um reconhecimento considerável em São Paulo, e foi muito gratificante ver isso. Depois de meses, conversamos com o dono da balada e ele nos contou que foi a noite que mais vendeu ingressos e, sem dúvidas, a noite mais lotada, isso nos deixou com um sorriso de orelha a orelha.

Para quem conhece o Deep Motion, sabe que a carreira de vocês também é internacional por conta da vivência no Reino Unido. As referências musicais europeias influenciaram o projeto?

Especialmente por gostarmos muito de sair, sempre tentamos notar as tendências dos DJs na Europa e, com isso, replicamos aquele sentimento que eles mandam para as pistas em nossas músicas. Sem dúvida, o fato de morarmos no Reino Unido e em São Paulo tem sido um fator muito importante para a nova cara que queremos dar ao projeto.

A Cactunes Records é uma gravadora nova no mercado que vai muito de acordo com a nova sonoridade do grupo. Conte-nos mais sobre a experiência com a label.

O time por trás da Cactunes é excelente e isso fez com que tudo referente ao lançamento da Only Me fosse de alta qualidade. É uma gravadora nova, mas com uma experiência de mercado inigualável! 

O que podemos esperar este ano de Deep Motion? Pode nos dar algum spoiler?

Este ano promete várias novidades, principalmente de tracks 100% originais. Fiquem atentos que logo tem coisa nova vindo aí!

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