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Curiosidades da Copa do Mundo FIFA que você provavelmente nunca viu

Curiosidades da Copa do Mundo FIFA que você provavelmente nunca viu

Por Victor Prudencio – Fala!PUC

 

Dia 14 de junho começa o maior evento futebolístico do planeta, então para já ir aquecendo, veja esses incríveis fatos sobre o torneio que existe desde 1930

A Copa do Mundo é um evento que une todas as pessoas, independente de cor, raça, crença, gênero, classe social ou nação. Para se ter uma ideia da proporção do evento, em 2014 no Brasil, o número de espectadores atingiu a marca de 3,2 bilhões de pessoas, um pouco menos que a metade da população mundial. E já que falta muito pouco para a Copa, segue abaixo algumas curiosidades que poucas pessoas conhecem.

– Alemanha Nazista e Matthias Sindelar

Além de todos os motivos políticos e geográficos, Hitler anexou o território da Áustria-Hungria por conta de um jogador, que era um dos melhores do mundo na época, Matthias Sindelar. Mas o atacante recusou jogar pela Alemanha, alegando que estava muito velho ou que tinha uma lesão grave. Um ano depois da anexação, ele e a namorada foram encontrados mortos no apartamento deles em Viena. A causa? Envenenamento por monóxido de carbono.

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– Héctor Castro e sua deficiência

Na Copa do Mundo que foi sediada pelo Uruguai em 1930, um jogador se destacou por dois motivos. Um deles foi o fato dele estar na seleção dos melhores jogadores do torneio, já o outro é bem mais interessante e inspirador, partindo do fato de que o uruguaio Héctor Castro foi um dos ícones da sua seleção mesmo sem ter parte do braço esquerdo (ele recebeu o apelido de “O Divino Manco”), que perdeu com 13 anos em um acidente com uma serra elétrica quando trabalhava como carpinteiro.

 

Stu Forster /Allsport

– Estados Unidos e Irã

Na Copa de 1998 que aconteceu na França, um jogo serviu para tentar promover a paz entre os EUA e o Irã, já que os dois estavam em conflito desde 1979, logo após a “Revolução Islâmica” depor o Xá Reza Pahlevi e instaurar o regime dos aiatolás. Os EUA eram chamados de “O Grande Satã” pelos iranianos porque eles deram asilo para Pahlevi. Após isso, a embaixada americana em Teerã foi tomada e 14 pessoas foram mantidas como reféns. A tensão aumentou quando os estadunidenses apoiaram o Iraque na guerra contra o Irã em 1990. Voltando à partida, os iranianos entregaram flores para os americanos e os dois posaram para a foto oficial todos abraçados.

– Taxa de natalidade

Nove meses após a Copa de 2006 na Alemanha, a taxa de natalidade do país subiu por volta de 10%, o que é estranho, já que esse dado é muito estável. Em algumas cidades, como Bremen, aconteceu um aumento de 21,5% na taxa de natalidade. Além da euforia da Copa, argumenta-se também que o novo baby boom seja uma consequência da política alemã de incentivo ao aumento do número de filhos por casal. Desde o início do ano, o Elterngeld, que é o programa de apoio à família promovido pelo governo, oferece até cerca de 25 mil euros para os pais que reduzirem a jornada de trabalho a fim de se dedicarem ao filho recém-nascido.

– Protesto ao regime militar

O maior jogador de todos os tempos, Edson Arantes do Nascimento, ou simplesmente Pelé, se recusou a jogar a Copa de 1974 que aconteceu na Alemanha Ocidental após ser procurado pela filha do ditador Ernesto Geisel, porque O Rei não concordava com a forma que o governo tratava o povo brasileiro. De acordo com o mesmo, o regime havia piorado muito após 1966 e 1970, ano em que o Brasil foi tricampeão mundial.

– Colombiano assassinado após erro

A Colômbia tinha a melhor geração de sua história na Copa de 1994 que foi sediada pelos Estados Unidos. Craques como Valderrama, Fred Rincón e Asprilla faziam parte do time colombiano, porém nenhum deles ficou marcado nesse torneio – o nome que ganhou destaque na mídia foi o do zagueiro Andrés Escobar, que marcou um gol contra na derrota de 2×1 para os EUA e de acordo com a TV colombiana, foi o culpado por eliminar o país na Copa. Escobar pediu férias de 10 dias após a eliminação na fase de grupos, e na madrugada do dia 2 de julho de 1994, foi baleado 12 vezes em uma discoteca na periferia de Medelín por Humberto Muñoz, mas só morreu 45 minutos após chegar no hospital. Oficialmente não foi comprovado que o assassinato tenha tido relação com a derrota no Mundial de 1994. No entanto, especula-se que a morte tenha sido encomendada por apostadores colombianos que perderam muito dinheiro com o resultado. A tese mais defendida é a que fala sobre um assassinato premeditado, a mando daqueles que perderam dinheiro de apostas com o resultado da Copa.

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