Conversamos com um aluno empreendedor
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Conversamos com mais um aluno que pensa fora da caixa. Matheus Cardoso atua no Moradigna, que reforma (literalmente) a vida de muita gente. Além da sua atuação profissional, ele também é estudante de engenharia. Confira o nosso bate-papo:

01 – Matheus, qual é o propósito da Moradigna?

O propósito do Moradigna é promover melhores condições de vida aos moradores das comunidades de baixa renda, por meio de reformas e regularizações das documentações fundiárias. 

02 – O negócio funciona por meio de arrecadações?

Não, afinal somos uma empresa. Por isso, dependemos da venda dos produtos para nos sustentarmos, para assim impactar cada vez mais famílias. Para o “start” do negócio, fizemos uma campanha para arrecadação, mas foi pontual e não faz parte do modelo de negócios esse tipo de financiamento.

 03 – Muita gente acaba confundindo o trabalho de uma ONG, com o trabalho de um negócio empreendedor como este, que carrega nas costas uma causa social. Qual é a principal diferença entre eles, na sua opinião?

A principal diferença é no modelo financeiro. As ONGs muitas vezes são financiadas e/ou patrocinadas por outras instituições, podendo ser até mesmo dependentes desses recursos, quando não possui fontes próprias de renda. Enquanto isso, os Negócios de Impacto Social funcionam como uma empresa, ou seja, vendem produtos e usam o lucro como ferramenta para escalarem seus modelos em outras regiões e ampliando seu impacto. Acredito que ambos os modelos têm espaços e grande capacidade de impacto, não sendo considerados “concorrentes” ou excludentes. Eles podem, inclusive, trabalharem juntas em busca de um propósito comum.

04 – Um negócio como a Moradigna acaba realizando o dever que cabe como obrigação do Estado. Vocês recebem, ou já receberam alguma vez um incentivo, ou qualquer outro tipo de apoio por parte do governo?

Não, nem ao menos temos algum tipo de contato com as esferas políticas. A ideia é que façamos tanto “barulho” que acabemos influenciando políticas públicas, para assim termos uma atuação em conjunto. Mas, por enquanto, isso é só uma hipótese. 

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05 – Você pode contar algum caso que te marcou, de um jeito especial, com o Moradigna?

O caso que mais me marcou com o Moradigna foi o caso da D.Alice, uma senhora com mais de 50 anos que foi uma de nossas primeiras clientes. Ela adquiriu os dois produtos (“Reforma Express” e “Regularize já”), e após a realização do serviço de reforma em seu terreno, nós criamos um ambiente de garagem, na qual ela ganhou duas vagas de automóvel para locação. Então, além do serviço, criamos uma fonte de renda extra para a D.Alice, que até hoje é uma das nossas maiores “embaixadoras” na comunidade.

06 – Qual é o maior conselho que você daria para alguém que pensa em trabalhar com projetos sociais?

Resolva os problemas sociais com os quais mais se incomoda. A empatia é uma das principais atribuições necessárias para alcançar os objetivos que almeja, portanto, nada melhor do que começar tratando dos problemas com os quais já teve alguma experiência. Outro ponto é não esperar as condições ideias para iniciar sua empreitada, pois essas condições podem nunca existir – e pra falar a verdade, começar um negócio, seja ele social ou não, é voar enquanto constrói o avião.

07 – Você acredita no futuro da sua geração?

Acredito, e muito! Minha segunda paixão (sendo a 1ª o Moradigna rs) é justamente inspirar e empoderar jovens com palestras sobre essa nova maneira de empreender e impactar vidas. A ideia é que se inspirem e conheçam um novo estilo de carreira, através da qual podem ganhar dinheiro e mudar o mundo. A escolha está na palma de suas mãos. 

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Clique AQUI e acesse a página oficial do Moradigna no Facebook.

Por: Marcelo Gasperin e Izabela Souza – Fala!M.A.C.K

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