Como se encontram as companhias de ballet durante a pandemia? Como se encontram as companhias de ballet durante a pandemia?
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Como se encontram as companhias de ballet durante a pandemia?

Como se encontram as companhias de ballet durante a pandemia?

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Quem diria que, no começo do ano de 2020, tudo mudaria. A pandemia do Covid-19 mudou as nossas vidas, e de pessoas do mundo inteiro. O vírus que foi descoberto em dezembro de 2019 e já causou mais de 168.662 mortes só no Brasil, obrigou dezenas de comércios a se recriarem, grandes e pequenos negócios fecharam as portas por tempo indeterminado, pessoas do mundo inteiro ficaram desempregadas ou migraram para o formato remoto, assim como em diversas instituições de ensino

O mesmo ocorre na dança, a arte que, na maioria das vezes, exige um contato físico e direto com outras pessoas, já não é mais feita da mesma forma. Centros de ballet ou outros gêneros de danças acabaram tendo que fechar as portas por tempo indeterminado. No entanto, alguns outros apenas se reinventaram, para que ninguém se saísse prejudicado, seja com aulas virtuais ou apenas reduzindo a quantidade de treinos durante a semana. 

ballet
O ballet sofreu diversas mudanças com a pandemia? | Foto: Reprodução.

Companhias de ballet durante a pandemia

Wellson Felipio (23), bailarino do Centro de Ballet Clássico Mônica Luiza, Fortaleza (CE), conta que começou a se interessar pela dança clássica desde os seus 12 anos de idade, o mesmo diz que, assim que decretaram a quarentena, foi um choque para ele e seus colegas.

Foi bem desesperador quando eu soube que eu ia ter que parar os ensaios, que eu ia ter que parar a aula, ia ter que ficar no lockdown, de quarentena.

Diz o dançarino. 

Wellson diz que muitos projetos tiveram que ser cancelados devido à pandemia e que apenas em setembro os ensaios retornaram presencialmente, porém seguindo todas as ordens da OMS. 

”A gente tava ensaiando, tava com grandes projetos para o ano de 2020, então, do nada, saiu no noticiário que ia ter lockdown, que ia ter quarentena, e a gente pensava que ia ser tudo muito rápido, que ia ser só um mês e não foi, foi uns 5 meses, 6 meses”, explica. 

E a gente só foi voltar em setembro, então custou muito, a gente perdeu o ano praticamente inteiro, e recentemente a gente voltou, a fazer aula presencial, cumprindo todas as ordens da OMS, cumprindo todas as restrições. O uso de máscara, álcool em gel, medição de temperatura e seguindo tudo bem certo, com o distanciamento.

Durante o tempo que todos permaneceram em casa, o Centro de Ballet Clássico Mônica Luiza trabalhou remotamente com seus alunos. Assim como eles, outras instituições de danças seguiram o mesmo padrão. A vida de muitas pessoas mudaram por completo e o que resta é se adaptar a esse novo meio.

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Por Ellen Coutinho – Fala! Anhembi

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