Como a popularização do funk influenciou a sociedade brasileira?
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Como a popularização do funk influenciou a sociedade brasileira?

Como a popularização do funk influenciou a sociedade brasileira?

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O funk sempre esteve muito presente na sociedade e embalou os momentos felizes de muitos brasileiros. Porém, em contrapartida, o ritmo sempre sofreu muito preconceito da sociedade mais rica do país e por anos os funkeiros tiveram que lidar com a marginalização de seus trabalhos, a falta de oportunidade e o racismo. 

A ascensão só veio a acontecer nos últimos anos. Com o surgimento de novos segmentos, a explosão de grandes artistas como Anitta, Ludmilla, Kevinho, Livinho e com o crescimento do canal Kondzilla, o funk começou a ganhar respeito e ser valorizado por mais pessoas. As rádios passaram a aceitar cada vez mais o ritmo e a imprensa a cobrir a carreira desses artistas da periferia. É claro que o preconceito ainda existe e os artistas continuam lutando para vencê-lo. 

funk
Entenda como a popularização do funk influenciou a sociedade brasileira. | Foto: Reprodução.

Impacto do funk na sociedade brasileira

A popularização, além de influenciar de maneira positiva nas opiniões de muitos brasileiros em relação ao movimento, também trouxe um novo caminho para os moradores das favelas. Crianças passaram a ver nos MC’s uma inspiração para conquistar um futuro longe do crime e do tráfico. O funk tornou-se renda para muitas famílias e tem mudado a vida de muitos. As coreografias, as roupas, as gírias passaram a fazer parte do cotidiano da população e a ter grande repercussão na internet. Um grande exemplo disso é o aplicativo de dança TikTok, onde os funks são tendências e rendem grandes engajamentos. 

Hoje, o funk vive um grande momento, mas ainda há muito a ser construído. Ainda há pessoas que criticam as letras realistas e sem pudores das músicas. 

Pelo mundo, o ritmo vem sendo cada vez mais aclamado e tem tudo para explodir no mundo inteiro nos próximos anos, levando nossa cultura e nossa arte a todos os lugares. Tudo isso com muito talento, rebolado, quadradinho e carisma.

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Por Richardson Sousa – Fala! Universidade Estácio de Sá – Ceará

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