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Bate papo com Felipe Miskulin

Bate papo com Felipe Miskulin

Batemos um papo com Felipe Miskulin, 22 anos, redator da agência Click Isobar, que dividiu com a gente sua história esforço e conquista para atuar na profissão. Confira.

  • Quando você se entendeu publicitário? E redator?

Foi difícil, eu nunca soube muito bem o que eu queria fazer. Eu quis ser economista, chefe de cozinha, advogado… sempre tive interesse em tudo. Na escola, quando não se sabe a matéria de alguma prova, a maioria das pessoas desenha, eu fazia poesia.

Uma vez eu estava fazendo piadinha na sala e um professor meu disse que eu sempre tinha uma sacadinha, que devia ser publicitário. Eu nem sabia o que publicitário fazia. Quando cheguei à faculdade, meu olho brilhou! Porque eu já comecei a entrar em contato com os profissionais da área e vi o que os caras faziam, principalmente o redator. Foi aí que eu coloquei na cabeça que queria ser redator.

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  • Como foi a sua chegada na Click?

Entrei na Click no sexto semestre da faculdade, pela área de mídia. Mas antes disso, o caminho foi longo. Por não ter muito estágio para redator e a maioria de vagas para estagiário de arte, fiz uns cursos de Illustrator e Photoshop e estagiei com licenciamento de marcas. Eu fazia de tudo, arte, traduzia e fazia textos. A dona me prometia que iria arranjar uma vaga de redator na agência da amiga dela, mas não rolou. Depois disso, eu consegui um trampo de assistente de arte em uma agência pequena. Fiquei só um mês, sabia que lá eu não viraria redator. Procurei emprego por quase seis meses e quando vi que a Click estava precisando de alguém pra área de mídia eu tentei e entrei.

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3- Conta um pouco para a gente sobre sua trajetória na Click?

No começo eu gostei de trabalhar em mídia. Depois de um ano, eu já estava bem de “saco cheio” e pensando que eu ainda precisava virar redator. Aí, falei pra minha chefe que iria sair porque me formaria logo e se eu não estagiasse como redator, essa porta poderia se fechar pra sempre. Estávamos no meio da campanha de “Vem pra rua”, tivemos que tirar a campanha do ar e colocar de volta, foi delicado. Por reconhecerem meu esforço, disseram para eu tentar algo na criação da Click, mas que não saísse da agência.

Então, minha gerente falou com o diretor de criação de Fiat, para me manter na criação da agência ou se pelo menos me indicava pra outra. Eu fui falar com ele, mas ele não tinha orçamento. Aí falei “me deixa ficar aqui um mês pelo menos? Eu trampo de graça! Pra mim é muito melhor estar de graça aqui, do que em casa”. Fui falar com o RH, eles disseram que nunca tinham feito isso, mas rolou. Me pagavam vale transporte e eu vinha felizão!

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Uma vez fiz um roteiro de um tutorial, o diretor curtiu e disse pra eu fazer todos os roteiros do job. Os Jobs foram rolando e, no final do ano, os caras me efetivaram. E agora tô aqui, efetivado. Foi sofrido, mas o resultado foi muito bom.

4- Qual dica você dá pra um cara que está no mesmo impasse que você estava quando bateu na porta da Click?

 Fazer bem feito! Qualquer coisa. As grandes agências são um ambiente muito fechado e se o cara tiver fazendo uma parada que ele não quer fazer, seguinte: ou faz direito, pra ser lembrado, ou sai fora. Pra entrar em uma grande agência tem que fazer direito.

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