Auroras polares: entenda mais sobre o fenômeno da natureza
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Auroras polares: entenda mais sobre o fenômeno da natureza

Auroras polares: entenda mais sobre o fenômeno da natureza

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Auroras polares são fenômenos celestes consequentes da interação do campo magnético terrestre com partículas expelidas pelo Sol. O nome “boreal”, na verdade, designa as auroras formadas na porção norte do globo terrestre (aurora boreal); as do sul são chamadas de “auroras austrais”.

Auroras polares
Ocorrência da aurora polar. | Foto: Reprodução.

Auroras polares

No Sol, os “ventos solares”, prótons e elétrons agrupados em forma de plasma, são lançados da camada mais externa da estrela em uma velocidade de 400 km/s. Antes de chegar à Terra, as partículas são desviadas pelo campo magnético terrestre. Porém, quando a força dos ventos solares supera a do campo de proteção, ocorrem tempestades magnéticas e as partículas encontram uma brecha, deslizando-se para perto dos polos.

Nas camadas mais externas da atmosfera (termosfera e parte inferior da exosfera), os prótons e elétrons invasores excitam gases atmosféricos, como o oxigênio e o nitrogênio. A energia extra adquirida por esses gases é liberada em fótons, partículas de energia que originam a luz. A cor depende do elemento e da altitude em que ocorreu o choque, variando de azul, roxo, verde, amarelo e vermelho. Até mesmo o formato de apresentação pode mudar, o que torna o fenômeno único e artístico.

As auroras polares sempre impressionaram, não só pela física curiosa, mas pela sua inegável beleza. As famosas boreais podem ser vistas do Alasca (EUA), Canadá, Islândia, Noruega, Suécia e Finlândia; já as austrais, são observadas no extremo sul da Argentina, Chile, Austrália, Nova Zelândia e Antártida. Atraindo milhares de turistas todos os anos, elas são tão belas quanto científicas.

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Por Leonardo Caparroz – Fala! Cásper

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