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Astrologia e redes sociais, uma parceria de sucesso – Festival Path

Astrologia e redes sociais, uma parceria de sucesso – Festival Path

No último fim de semana aconteceu na Av. Paulista, em São Paulo, a sétima edição do Festival Path, o evento contou com diversas palestras, filmes, exposições, gastronomia, shows e muito mais.  

Festival Path é realizado anualmente e oferece inovação, criatividade e inspiração para o público. O Fala! Esteve lá e te conta agora como foi essa experiência.

A conversa contou com a presença de 3 mulheres que dominam do assunto: Bruna Paludo também conhecida como madama br000na nas redes sociais, advogada, comunicadora e influenciadora digital, br000na atualmente é produtora de conteúdo para o Vice Brasil com os vídeos do “Brisas astrológicas”.

Foto:Thiago Dias

Tatiane Lisbon conhecida como Papisa, produtora de conteúdo e taróloga, e Susan Souza, também astróloga e taróloga, além de musicista e jornalista também participaram do debate.

Susan Souza (primeira, madama br00na (meio) e  pepisa (lado direito). Foto: Thiago Dias

A popularização da astrologia com a chegada da internet sofreu um ‘’boom’’ dentro das redes sociais, mas o assunto é popular desde a antiguidade. Segundo Bruna, foi por meio da astrologia e códigos astrológicos que ela foi gerando conversas e sentindo que poderia usar a astrologia para gerar conversas e reflexões, afirmou ela.

No ano de 2017, Bruna tinha por volta de 900 seguidores no Instagram, hoje, ela tem 150 mil. Ela afirma que foi só gerando reflexões e conversas, sendo ela mesma.

Você se encaixa no seu corpo quando você conta sua história, a pessoa vê de verdade, elas se conectam com você, não precisa fazer o certo ou o errado, o que está na moda, é o mais difícil, mas é o mais real. Ser você mesma, enfim.

Isabella D’ Ercole, redatora-chefe da Revista Claudia era a intermediaria do debate, e fez algumas perguntas para as astrólogas.

Isabella D’ Ercole: “Uma coisa interessante que você faz e muito sincera, é que você fala para os seguidores, eu não estou bem, essa semana eu não estou legal, está corrido, isso não é meu o foco principal eu cuido de mim antes, eu acho isso um conteúdo significativo nas redes.”

Bruna: “Eu gosto de cativar essas partes e ter essa transferência e muito fácil a gente idealizar, no Instagram é uma personagem a madama br000na, eu gosto dessa personagem, mas eu sou uma pessoa mais completa, eu gosto de trazer, não impôs totalmente. Falar abertamente sobre estou toda atrapalhada, não estou afim de fazer as coisas antes, o trabalho é importante dar significado, tenho a sorte de ter encontrado uma vocação, mas ao mesmo tempo o trabalho não é a coisa mais importante da minha vida, não vou deixar o capitalismo se apoderar a minha alma.”

Bruna: “Ter um modo de vida fazendo conteúdo lentamente no ritmo da vida de não cair nesse aceleramento, o que acontece às vezes é que pessoas são cobradas a se comportar como empresas e o engraçado é que empresas querem se importar como pessoas, por exemplo a Netflix fala que ela é uma menina, não você é uma empresa, menina sou eu, quer dizer sou uma mulher, brinca.”

Foto: Thiago Dias

Papisa também falou de questões relacionada a autoconhecimento, astrologia e espiritualidade em relação com as redes

“Eu como astróloga negra, periférica vou sempre bater nessa tecla pra importância da gente lidar com isso quando a gente fala de autoconhecimento, astrologia, espiritualidade, e assim como a internet e muitos desses nichos da espiritualidade pode acabar indo pro lado que desumaniza os processos naturais da pessoa, vai ter momentos que a gente não vai está bem, que a gente vai está ótimo, outras super produzindo, não vai ta tão legal, entender que tudo isso faz parte de um ritmo muito natural, muito tranquilo, muito complexo, não tem como a gente escolher maneiras, modos ou ferramentas achando que tem uma salvação e ninguém te agride, como encontrar isso na astrologia, encontrar isso mas redes sociais por que se você postar lá o tempo inteiro vai parecer que você está bem, a mulher perfeita sendo que tem outras questões a ser pautada.’’

Isabella D’ Ercole: “Vocês toda tem história de como a astrologia funcionou como autoconhecimento transformador, A gente estava brincando antes de conversar é que quando você vai ao astrólogo eu quero saber se eu caso ou não com meu namorado, se eu mudo ou não de país, não ela não vai te responder casa, vai te mostrar o cenário é esse, quero entender como funciona esse autoconhecimento?”

Susan Souza: “Se não fosse a astrologia talvez eu não tivesse me guiado pelo caminho que estou me guiando agora. É uma chave de conhecimento que realmente na hora que você engata, você entende que deveria estar na astrologia, quando a pessoa não acredita no assunto eu nem tento.”

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Por Thiago Dias – Fala! Anhembi

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