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Assédio Sexual nas Universidades: pesquisa revela números alarmantes

Assédio Sexual nas Universidades: pesquisa revela números alarmantes

Helena Leite – Fala!Cásper

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Avon aponta que 42% das mulheres já sentiram medo de sofrer violência no ambiente universitário e 36% deixaram de fazer alguma atividade por medo da mesma violência.

 Essa pesquisa afirma também que 38% dos estudantes homens reconhecem ter cometido algum tipo de violência sexual, após uma lista de violências apresentadas. E que 63% das mulheres já sofreram algum tipo de abuso e não reagiram.

 Os números chamam a atenção e assustam não só as garotas universitárias, mas como as vestibulandas. A estudante Clara Barreto, que pretende ingressar em uma faculdade de engenharia, afirma ter receio de como será tratada, principalmente pelo curso ser majoritariamente masculino. “Estudamos muito pra ingressar em uma universidade e a possibilidade de ter que lidar com essa situação me causa muito medo. Acredito que os dados sejam apenas um reflexo do machismo presente no cotidiano das universidades, não se tratando somente da dominação do corpo, mas também da forma que a mulher é vista”, diz a estudante.

 No estudo realizado com 1.823 pessoas, o Instituto Avon apontou também que a maioria dos jovens reconhecem a necessidade de atitudes por meio das universidades. 95% das mulheres e 88% dos homens acreditam que a faculdade deveria criar meios de punir os responsáveis por cometer violência contra mulheres na instituição.

 Diante de um estudo como este, vale ressaltar a importância da denúncia. O governo disponibiliza um Central de Atendimento à Mulher disponível 24hrs no número de telefone 180. A ligação é realizada de forma gratuita e anônima.  

Para conferir a pesquisa completa, acesse: 

http://www.ouvidoria.ufscar.br/arquivos/PesquisaInstitutoAvon_V9_FINAL_Bx20151.pdf

1 Comentário

  1. PAULO
    2 meses ago

    A esquerda cria o caos para ELES MESMOS denunciarem e se colocarem como defensores, criarem “movimentos sociais” e acabarem eleitos como representantes de alguma minoria MIMIMI… não cola mais.