Cadastre-se e tenha acesso a conteúdos exclusivos!
Quero me cadastrar!
Menu & Busca
Arthur Nory – Medalhista Olímpico tem planos de virar youtuber

Arthur Nory – Medalhista Olímpico tem planos de virar youtuber

Por Aline Fay, Heloisa Corrêa, Vanessa Lucena e Nathalia Ferreira – Fala! Anhembi


Engajado desde criança no esporte, o ginasta e medalhista olímpico Arthur Nory se destacou nas redes sociais após as Olimpíadas Rio 2016

 

Considerado um influenciador digital, o esportista tem planos de criar um canal no Youtube.

Vindo de uma família de atletas, Arthur Nory começou a praticar esportes aos seis anos de idade. Influenciado pelo pai, começou no judô, mas, aos onze anos, descobriu sua paixão pela ginástica artística ao acompanhar os ídolos Diego Hypólito e Daiane dos Santos. Nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, Arthur Nory, que estava fazendo sua estreia em uma Olimpíada, conquistou o seu lugar entre as grandes revelações da competição, trazendo para o time brasileiro uma medalha de bronze. Além disso, o ginasta conquistou uma legião de seguidores em pouco tempo nas redes sociais.

Esbanjando simpatia, Arthur Nory sempre procura estar conectado com seus fãs na web. Em entrevista ao Fala!, ele contou sobre sua popularidade na mídia, falou da emoção sentida em 2016 ao se tornar um medalhista olímpico e, também, da sua cirurgia no ombro – realizada dias após a entrevista, que o deixará afastado das competições por 8 meses.

[read more=”Leia Mais” less=””]

Como foi se deparar com a popularidade que surgiu durante e após as Olimpíadas de 2016?

Ah, a gente já esperava um pouco esse crescimento, ainda mais aqui no Brasil. A gente sabe que o Brasil é muito engajado em redes sociais, então, nós imaginamos que a nossa popularidade, não só na ginástica, mas de todo o esporte, ia crescer muito.

Por conta de as Olimpíadas terem acontecido aqui no Brasil, você sentiu uma pressão maior por estar competindo em seu país?

Por ser a minha primeira Olimpíada e por ser no meu país, tem esse peso, mas estávamos preparados, treinamos muito nosso psicológico porque sabíamos que teríamos de enfrentar isso.

Quando vocês ganharam, deu para ver a emoção de vocês… Deu para se emocionar junto…

Foi uma emoção dupla: minha primeira Olimpíada e também por causa do Hypolito, que lutou muito para chegar onde chegou, então foi uma emoção dupla ali, principalmente vendo toda aquela emoção dele, todos os anos que ele lutou, então eu me emocionei junto e foi um chororô.

Depois que a adrenalina baixou o que você sentiu?

Demorou um pouco para cair a ficha de que eu era um medalhista olímpico, é meio difícil acreditar nisso tudo.

Após as Olimpíadas, você passou a ser mais exposto na mídia, além da questão das redes sociais. Você acha que isso atrapalha a sua carreira?

Ah, eu não sei se atrapalha. Acredito que para mim, particularmente, não atrapalha porque eu uso as redes sociais como uma válvula de escape, uma terapia, é um lugar onde eu me encontrei. Gosto muito de estar presente nas redes sociais, postando e mostrando minha rotina, porque muitas vezes o esporte só é visto em época de Olimpíada ou em época de campeonato mundial, então tentar transformar as redes sociais em uma forma de acesso mais fácil ao esporte eu acredito que é importante. Tenho ideias também para mostrar mais, tipo um canal no YouTube, estou trabalhando nisso pra ver se dá certo.

E agora teve essa surpresa da cirurgia que você vai ter que fazer. Isso vai acabar afetando em grande escala sua trajetória até Tóquio?

Não vai afetar em grande escala, mas vai afetar um pouco. Vai ser difícil, nunca é fácil passar por isso, é um obstáculo. Minha nutricionista fala que só machuca quem treina, então, eu treinei bastante para 2016 e agora o negócio é aceitar isso, me prevenir e estar focado no objetivo. Eu tenho foco no esporte, deposito toda minha energia nele, então é trabalhar nisso.

Como você se sentiu em ser um dos esportistas mais buscados no Google em 2016?

(Risos) Eu não esperava. A popularidade foi algo que veio junto com as Olimpíadas. Durante a competição, não estávamos sabendo o que estava acontecendo fora, mas pelo pouco que acompanhamos a gente sabia que alguma coisa estava acontecendo lá fora.

Na época, seus seguidores pularam de 100 mil para mais de 1 milhão, né? Seu jeito de ser foi super bem aceito pelo público.

Sim, foi inesperado. E durante as Olimpíadas estávamos vetados de fazer vídeos. Eu estava louco pra mostrar tudo de legal que tinha, mas tive que me conter.

E esse canal que você pretende fazer, você vai falar mais sobre esporte ou vai ser igual nas suas redes sociais que você fala sobre tudo?

Ah, eu acho que eu vou equilibrar. Desde 2015 eu quero fazer isso, só que eu tenho muita vergonha de falar com uma câmera. Eu não sei se eu tenho muita propriedade para falar. É um assunto que vai acabar fazendo de mim um influenciador. Eu fico com vergonha, mas vou começar. Vou aproveitar agora que eu vou ficar parado por causa da cirurgia e vou mostrar um pouco dessa recuperação. Me sigam lá hein (risos).

[/read]

Confira também:

– Confira como foi o Respeitável Bota Fora 2018

0 Comentários

Tags mais acessadas