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A grande batalha: o que é melhor, o livro ou o filme?

A grande batalha: o que é melhor, o livro ou o filme?

Cada vez mais a indústria de livros, incluindo todas as sagas, séries, trilogias e contos vem conquistando os jovens no mundo todo. Com seus personagens cativantes e histórias repletas de amor, aventura e suspense, os livros têm virado companheiros de milhares de pessoas. E por que não se aproveitar de uma ideia que um autor teve, e que fez tanto sucesso, para então transformá-la em um blockbuster? É exatamente assim que a indústria cinematográfica vem pensando nos últimos anos. Começando pelo grande best seller Harry Potter, que rendeu sete livros, e até o momento oito filmes (foram anunciados mais três filmes extras sobre os livros que JK Rowling escreveu pelo mundo de Potter).

O cinema tem se apropriado de grandes livros para adaptá-los a esse formato digital, mas existe um grande problema em tudo isso: nunca um filme é 100% fiel ao livro. Isso causa certo desconforto nos fãs de grandes séries – Harry Potter, Crepúsculo, Percy Jackson, Jogos Vorazes – que ficam insatisfeitos com o resultado cinematográfico. Tudo bem que alguns filmes até superam a expectativa de alguns fãs (como por exemplo, o último filme da saga Jogos Vorazes, que teve uma grande aprovação pelo público), mas a grande maioria não concorda com o fato de os personagens não serem fieis ao livro, a história ser modificada, ou até na demora do lançamento das continuações.

O que acontece é que a indústria cinematográfica vai muito pelo que é tendência. Se no momento o ator x é o mais “badalado”, ele será chamado para ser o mocinho, mesmo que ele não seja o cara que mais se pareça com as características do personagem. Contudo, existem adaptações feitas a partir de livros que são até melhores que o próprio. O que se deve entender é que não existe a possibilidade de se manter todos os fatos dos livros, cada particularidade dele, por um simples motivo: cada leitor imagina um personagem de forma diferente. Isso torna a probabilidade de acertar o ator pequena demais. O que se deve levar em conta também é a receptividade do filme. Se ele já é um best seller, ele deve ser bem adaptado porque tem milhares de seguidores, e renderá um bom retorno à produtora. Um exemplo foi o filme “A Culpa é das Estrelas”, o livro mais vendido do John Green, que foi adaptado nesse ano como filme. A princípio, os atores escolhidos, Shailene Woodle e Ansel Elgort, foram rejeitados pelo público, mas tornaram-se estrelas conhecidas pelo papel de Hazel e Gus. Shailene também é estrela de outra saga, em  “Divergente”, e nesse caso, foi mais bem recebida pelos fãs antes do lançamento.

O fato é um só: os leitores nunca ficarão completamente satisfeitos com as adaptações cinematográficas, mas a indústria vai continuar investindo nesse mercado e faturando milhões com franquias, produtos patrocinados, promoções, entre outros.

Além de livros, as HQs têm feito muito sucesso e vem dominando esse mercado também. Ano que vem será praticamente o ano das continuações, já que a Marvel lançará Vingadores 2: A Era de Ultron, e outras séries como Divergente, Maze Runner e Jogos Vorazes ganharão novos filmes. O que precisamos é criar o bom senso de que não será perfeito, mas que as tentativas de acerto são bem grandes e normalmente dá bem certo.

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Por: Gabrielle Batista – Fala!M.A.C.K

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