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8 Perfis da Empresa Júnior de Design do Mackenzie

8 Perfis da Empresa Júnior de Design do Mackenzie

Nós fomos até a Empresa Júnior de Design do Mackenzie para conhecer melhor o seu núcleo acadêmico – e lá nós conversamos com 8 alunos que fazem parte de diferentes áreas da empresa.

Confira as nossas entrevistas e conheça um pouco mais sobre o trabalho deles:

01. Caio da Costa Leite (desenvolvimento humano)

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FALA!: O que você faz aqui dentro?

C.C: Eu atuo na área de recursos humanos. Trabalho com a questão de desenvolver a nossa equipe, trazendo cursos e fazendo um feedback individual dos integrantes da empresa. São toques e auxílios para ajudar as pessoas a crescerem profissionalmente. As pessoas estão aqui dentro para crescer, sabe? Então a gente tenta ajudar da melhor maneira, inclusive eu mesmo estou aqui para aprender a crescer.

FALA!: Você tem que trabalhar muito o lado psicológico também?

C.C: Sim! Às vezes, por exemplo, tem uma pessoa que não está muito bem com o trabalho dela, e aí é necessário eu ir trocar uma ideia – mas sempre com o cuidado de como falar com essa pessoa, e ao invés de desmotiva-la, mostrar como ela pode melhorar.

FALA!: O que você acha que é o mais proveitoso dessa sua experiência aqui na Júnior?

C.C: Eu acho que é saber como anda o mercado. Há pouco tempo atrás nós fomos visitar três grandes escritórios de design, e eu acabei descobrindo coisas sobre o mercado e sobre mim também, sabe? Ver como funcionava os escritórios, e até coisas que eu fazia e achava super legal, mas que na verdade não era. Foi legal pra mudar as coisas que eu faço no design e, consequentemente, como nós fazemos o trabalho aqui dentro da empresa. A partir das visitar nós mudamos um pouco a dinâmica aqui dentro.

FALA!: Como você enxerga o relacionamento entre a galera aqui da empresa?

C.C: Eu acho bem legal, porque aqui a gente é bem descontraído, ficamos ouvindo música e trabalhando juntos o dia inteiro, não temos mesa individual, é todo mundo compartilhando uma mesa só, e todo mundo se conhece. Ninguém aqui se odeia (até onde eu saiba rs).

FALA!: Tem algum escritório em específico que você queira muito trabalhar?

C.C: Sim, a Tátil ou a Future.

02. Sidney Brandão (diretor institucional)

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FALA!: O que você faz aqui dentro?

S.B: A minha parte é cuidar dessa ponte entre a Empresa Jr e o Mackenzie. É cuidar dessa parte de “o que nós somos”.

FALA!: Qual foi seu maior aprendizado aqui dentro?

S.B: Eu acho que, principalmente neste semestre, a gente está tendo muito trabalho de programação visual, e acho que essa área me agregou muito aqui dentro. No curso de design eu sinto que tem muita ênfase na parte de produto, para criar algo em 3D, sabe? Aqui eu já consegui desenvolver muito mais o meu lado da fotografia, de design gráfico mesmo, e isso me agregou bastante.

FALA!: Você prefere design gráfico então?

S.B: Sim, com certeza. Na verdade eu queria ser fotógrafo, mas não deu muito certo (rs). Gosto muito da parte visual, que é de responsabilidade do designer gráfico.

FALA!: Pode falar sobre algum trabalho atual que vocês estão desenvolvendo aqui?

S.B: Bom, eu estou num projeto de refazer a nossa marca, nossa identidade visual. Estamos reconstruindo a nossa marca, que está com a mesma identidade visual há um ano e meio. Essa mudança é necessária até pelo fato de que nós passamos por transformações aqui dentro, como a troca de presidentes e da diretoria toda renovada.

FALA!: Onde você quer estar depois da empresa júnior?

S.B: Acho que essa é uma pergunta bem incerta, porque é difícil saber essa resposta. Mas eu quero muito trabalhar com fotografia, tipo em alguma revista ou em algum estúdio. Essa é a minha vontade.

FALA!: O que você tanto vê dentro da fotografia?

S.B: Eu acho que minha paixão por fotografia começou quando eu era criança, com câmera analógica. No começo eu gostava de fotografar algo sem sentido, mas depois percebi que dá pra passar uma mensagem por meio da foto. Esses tempos atrás eu fotografei uns móveis pra um escritório de design, e acho que isso me agrega bastante para o mercado, mas o meu foco não é fotografar objetos, e sim pessoas, que tem mais emoção, sentimento – acho que essa é a minha praia.

FALA!: E o que é design pra você?

S.B: É uma ponte que conecta o mundo com as pessoas. É a relação entre o objeto e as pessoas.

03. Priscila Yamamoto (diretora comercial)

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FALA!: O que faz uma diretora comercial?

P.Y: A gente cuida, principalmente, dos contratos da empresa, fazendo prospecção de clientes, contato com cliente, e também fazer a organização da tabela de preços da Júnior.

FALA!: Você gosta desse trabalho?

P.Y: É bem interessante. Cada cliente é de um jeito, e quanto mais você mantém contato com diferentes empresas, mais você aprende sobre cada um e absorve experiência. Aliás, não só pra mim, mas para toda a nossa equipe, que consequentemente irá receber novos trabalhos.

FALA!: O que você mais gosta dentro do seu ofício na empresa júnior?

P.Y: Eu acredito que eu tenho uma equipe. Na minha equipe eu tenho três membros, e sempre que eu me reúno com eles, é um momento divertido. Eu tenho 18 anos, não sou mais velha do que eles, e a gente consegue trocar muito conhecimento. Por mais que tenha essa separação de categorias entre diretoria e equipe, sempre vai ter essa troca de igual pra igual. Isso é gratificante.

04. Mariana Ziglio Morgado (diretora de marketing)

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FALA!: Quando você entrou no curso de design, você já fazia ideia do que se tratava o marketing?

M.A: Então, antes de entrar em design eu tinha feito um curso de comunicação visual, daí fiquei na dúvida entre publicidade e propaganda ou design. Acabei escolhendo design por achar que é mais a minha cara, mas sempre tive interesse na área de marketing e propaganda. Eu tenho um primo que trabalha na área e sempre achei legal, e hoje eu consigo mesclar os dois muito bem.

FALA!: Qual a maior diferença que você enxerga entre design e publicidade e propaganda?

M.A: Tem partes que o design alcança e que a publicidade não, e vice-versa. Na área de publicidade eu aprendi muito a trabalhar em rede social, olhar gráficos no Facebook, por exemplo – tipo estratégias mesmo que a gente usa para atingir um público maior. Ao mesmo tempo, o design cria mais a parte de identidade visual, criação de logomarca e etc.

FALA!: O que você mais gosta de fazer aqui no seu trabalho?

M.A.: Vamos lá.

Pontos positivos: eu nunca vou ficar parada, sempre tem coisa pra fazer, pra pensar e aprender. Além disso, eu ocupo um cargo que seria muito difícil de conseguir em uma grande empresa.

Pontos negativos: é justamente a mesma coisa, esse negócio de nunca estar parada, porque tem dias que eu fico bem cansada (muitos risos), e eu tenho que continuar, fazer o que né.

FALA!: Como você tem lidado com o trabalho dentro das redes sociais?

M.A.: Você tem que ter uma linguagem de acordo com o seu público. No Instagram, por exemplo, tem muito da linguagem estética, tanto é que o meu Instagram não tem, e eu aprendi isso aqui, que tem que estar tudo muito bonito hahaha.

FALA!: Como é o ambiente de trabalho aqui dentro?

M.A: Quando eu entrei tinha muita gente que eu não conhecia, e eu ainda era muito tímida. Mas depois que eu me soltei e fiquei mais íntima das pessoas, eu comecei a aprender muito mais, desde aprendizados na área de marketing até em alguns softwares específicos. Isso é o que mais agrega, a gente se tratar assim.

Ou sei lá, quando eu estou num projeto e não sei fazer algo, e aí já peço ajuda de quem está do meu lado. Esse tratamento informal é bom.

FALA!: E depois de passar pela júnior, como você se vê?

M.A: Então, antes eu queria ir completamente pra área do design, mas agora eu comecei a me interessar bastante por marketing, que me parece uma área bem interessante, bem promissora. Eu estou me adaptando, mas com certeza é uma área que vale a pena.

05. Jéssica Tiemi Endo (diretora de projeto)

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FALA!: Pode nos contar do projeto mais recente que você participou aqui na Jr?

J.T: Foi o da Sync, de engenharia elétrica, que funcionou muito bem. Nós fizemos uma nova opção de logomarca pra eles, e eu acompanhei todo o processo.

FALA!: O que você aprendi aqui, e que você não aprenderia dentro da sala de aula?

J.T: O contato com o cliente, porque até mesmo em alguns estágios você dificilmente vai passar por essa etapa. Aqui a gente consegue realmente ter uma reunião com o nosso cliente, para conversar e saber lidar com ele. Na verdade, eu acho que a Júnior nos passa uma experiência completa, desde montar o seu portfólio até o contato direto com o mercado de trabalho.

FALA!: Como você se enxerga depois da Júnior?

J.T: Eu não parei pra pensar nisso ainda, mas acredito que a partir da minha experiência aqui dentro, muitas portas irão se abrir. Penso em ter o meu próprio escritório, e ainda não tenho em mente o que seria o meu “emprego dos sonhos” haha.

06. Gabriel Donnangelo (Big Boss e fundador da empresa)

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FALA!: Você pode contar um pouco da história da empresa?

G.D: Bom, a empresa foi fundada em novembro de 2014, é uma Empresa Júnior jovem, e eu avalio que em pouco tempo ela cresceu muito.

Pra você ter noção, para abrir a empresa júnior nós precisamos reunir 6 pessoas, e depois de 3 meses só restaram eu e mais uma – e nós continuamos tocando a Empresa Júnior sozinhos com uma quantidade absurda de projetos.

Eu sempre falo pra nova geração: “vocês não tem o trabalho, vocês tem a obrigação de manter o nível da empresa e fazer com que ela evolua cada vez mais”. Digo isso porque eles estão recebendo uma empresa bem consolidada.

FALA!: Você enxerga muita diferença entre a sua geração e a geração que está na empresa atualmente?

C.C: Muita. O que eu vejo de diferente é a maneira que eles têm de encarar algumas coisas.

Foi muito difícil constituir essa nova diretoria. Todos queriam fazer parte da empresa, mas ninguém queria assumir a responsabilidade de tocar a empresa.

Um fato é que eles não pegaram a época da “faca no dente”, na qual a nossa sede era um lixo. Antes, aqui era apenas um depósito da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da década de 60, e com o tempo a gente foi organizando e se estruturando aqui dentro.

FALA!: Qual é o objetivo da Empresa Júnior?

G.D: O cunho da Empresa Júnior é acadêmico. Todo mundo está aqui para aprender.

FALA!: O que você acha da atual equipe que forma a atual Empresa Júnior ?

G.D: De todas as equipes que passaram por aqui, essa atual equipe é a que apresenta o menor nível técnico. É uma equipe constituída por alunos que acabaram de entrar no curso, que sabem mexer num programa porque fuçaram em casa e tal – e em contrapartida os projetos deles estão num nível estratosférico. O que eles apresentaram, são coisas que eu só vi na mão de profissionais da área.

Em relação ao nível técnico, é como o Caio falou – nós nos preparamos com os cursos, e isso fez com que o nosso nível técnico subisse com maior facilidade.

FALA!: O trabalho em qualquer Empresa Júnior não é remunerado. O que você acha sobre trabalhar sem receber um salário? Que recado você daria para quem tem esse pé atrás de trabalhar sem receber?

G.D: Bom, em primeiro lugar, hoje está super difícil de arrumar um estágio. E em segundo lugar, se você conseguir um estágio, você vai precisar de um nível técnico altíssimo.

A equipe pode dizer isso melhor do que eu, mas posso dizer tranquilamente que vale muito a pena trabalhar aqui, por conta de portfólio pessoal e a experiência com o mercado de trabalho.

Acho que é uma escolha do aluno: ou ficar em casa assistindo Netflix, ou estar desprendendo seu dia em troca de alguma coisa.

É sempre uma troca. A Empresa Júnior sempre vai te dar algo e você vai devolver alguma coisa pra Empresa Júnior.

Eu fui numa palestra de um cara do Google, e ele disse exatamente isso: o grande diferencial de hoje não é você saber falar inglês ou mexer num programa. Então, fica o questionamento: de quais projetos você já participou? Quantas oportunidades você já agarrou?

07. Arthur Comerlatti (presidente)

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FALA!: O que você faz aqui dentro, como presidente da empresa?

A.C: A gente faz a ponte entre a empresa e o Mackenzie. A gente organiza alguns eventos que o Mackenzie desenvolve – claro que não são todos, mas pelo menos dentro da FAU a gente já conseguiu uma boa notoriedade.

FALA!: Você já se descobriu aqui dentro da empresa? Com qual área você tem maior afinidade?

A.C: Eu me dou muito bem na parte de gestão, que é onde eu atuo aqui dentro da empresa, fazendo a gestão de equipe, de administração, de empreendedorismo.

FALA!: E qual é a maior dificuldade em gerir pessoas?

A.C: O jeito de falar. Às vezes você tem que dar um feedback, e aí é preciso ter o jeito certo de falar, de ser claro e não permitir uma interpretação equivocada. Pra mim isso é o mais difícil, e a gente tá aprendendo na prática mesmo (rs).

FALA!: O que você acha que a Empresa Jr mais agrega ao aluno?

A.C: Aqui a gente consegue a experiência de mercado mesmo, nós trabalhamos com empresas reais, como todo escritório de design. É muito importante também o desempenho pessoal, pois aqui dentro é muito mais viável da pessoa alcançar um cargo que demoraria anos para ser alcançado num escritório de design – até porque a rotatividade aqui é bem alta, o que te permite atuar em diferentes áreas pelo tempo necessário de absorver a experiência com aquele tipo de trabalho.

08. Mariana Alves Correia (vice presidente)

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FALA!: O que você faz aqui dentro, como vice presidente da empresa?

M.A: Basicamente, a gente fica responsável pela parte estratégica. A gente precisa saber de quem está fazendo o design de uma logomarca, até a pessoa que entra em contato com o cliente, para dar conta de gerir tudo isso.

FALA!: Você já se descobriu aqui dentro da empresa? Com qual área você tem maior afinidade?

M.A: Eu ainda tenho dúvida em relação a área de gestão, porque é difícil gerir pessoas, né? Mas em relação ao meu curso, eu curto a parte de design gráfico mesmo.

FALA!: E qual é a maior dificuldade em gerir pessoas?

M.A: Acho que o mais difícil é se multiplicar pra resolver tudo. A gente acaba ficando responsável por tudo, acompanhar certinho o cronograma dos trabalhos da empresa e tal. Até porque, se o cliente tiver alguma dúvida ou algum problema, é com a gente que ele vai se retratar.

FALA!: Como foi organizar o Mackenzie Day?

M.A: Foi bem legal! A gente ocupou todo o prédio de arquitetura e design do Mackenzie, e lá dentro acontecia algumas atividades. Nós realizamos palestras, oficinas e até um concurso de fotografia no Instagram.

FALA!: O que você acha que a Empresa Jr mais agrega ao aluno?

M.A: É muito bom para montar seu portfólio, que já é algo bem importante. Se já é complicado de arrumar um emprego com experiência no currículo, imagina se você não tem!

FALA!: E sobre os trabalhos que não envolvem o Mackenzie? Pode citar os últimos que vocês fizeram?

M.A: Os dois maiores projetos que a gente fez foi do SP Leads, que é uma luminária urbana, de rua mesmo, e o projeto de embalagem para comida mexicana.

Essa da embalagem foi em parceria com o curso de gastronomia do Mackenzie, e no trabalho da SP Leads nós fizemos parceria com o curso de engenharia. Sempre buscamos esses tipos de parceria, com núcleos acadêmicos do Mackenzie ou de fora dele, como já fizemos com a FGV e a USP.

Por: Marcelo Gasperin – Fala! Universidades

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