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5 jogos indies para você conhecer na BGS10 – parte II

5 jogos indies para você conhecer na BGS10 – parte II


 

Nós não resistimos e fizemos uma segunda parte para os indie games da BGS10 – confira:

 

01. Dolmen (Massive Work Studio)

Durante uma viagem de exploração espacial, o personagem desperta sozinho num cenário quase pós apocalíptico, num mundo cheio de monstros que desejam matá-lo. Ele decide procurar por sua tripulação que deixa algumas pistas para que possam ser encontrados.O jogo traz muito suspense durante toda a história. Você pode criar diferentes armas com os itens obtidos depois de matar os alienígenas, além de que alguns inimigos são mais fracos para armas específicas. Dolmen fala sobre a solidão como condição humana e põe em cheque questões como a moral e a falta dela num mundo sem uma sociedade humana.

02. Trajes fatais (onamin)

Com um visual oitentista e 2d, baseado nos antigos arcades, Trajes Fatais apresenta personagens coloridos e fantasios, o jogo traz o típico estilo de luta 1 contra 1, mas com toda a irreverência de um jogo brasileiro. Nos cenários pode-se notar algumas referências, como por exemplo uma festa junina ou a Carreta Furacão dançando no fundo da luta. Trajes Fatais já ganhou prêmios como Melhor Jogo por juri popular na SBGames 2015 e Melhor Jogo Brasileiro na BGS 2016.

03. Kharma (Dreaminside)

Pela primeira vez na BGS, a Dreaminside se arrisca trazendo um jogo de terror psicológico, área não muito explorada pelas produtoras por se tratar de um nicho muito específico. Ao estilo de sobrevivência, incorporado por gêneros de “surviver horror” onde o jogador deve desvendar mistérios para avançar, Kharma apresenta um cenário desconhecido para o personagem que se encontra sem memória e busca por descobertas pessoais. Um ponto forte a se destacar é o dever de administrar os recursos dados pelo jogo, como fósforos e velas. O game se passa em primeira pessoa e tem previsão de lançamento para o início de 2019.

04. A prisioneira da noite (RMAL)

Baseado no folclore do norte do Brasil, o jogo apresenta Nartide como personagem principal, uma garotinha negra que é levada pela Cruviana, entidade mística que significa “vento frio da noite”. Nartide passa então a procurar por sua luz própria e então voltar para casa e encontrar sua família. Com cenários místicos e mortes sangrentas, A Prisioneira da Noite brinca muito com essa dualidade entre o lúdico e o macabro. Com lançamento para 2018, o desenvolvedor Renato Mota já avisa que este não é um jogo para crianças.

05. Distortions (Among Giants)

Após o término de um relacionamento de muito tempo, a personagem chamada Menina entra em uma missão de descoberta sobre si mesma. O cenário traz cores alegres e um visual muito inspirador, já os monstros se mostram imponentes e representam seus medos, traumas e pessoas do passado. Neste RPG, a personagem utiliza um violino como arma e também para sua proteção, conseguindo mover objetos e até ficar invisível. O jogo tem forte influência musical, tendo sua trilha toda composta por violinos.

 

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