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40 anos de Tubarão, 15 Títulos do JUCA

40 anos de Tubarão, 15 Títulos do JUCA

Por Victória Gearini – Fala!MACK

 

Com 15 títulos na história do JUCA, a Atlética de Comunicação do Mackenzie comenta seus objetivos para esse ano

Em 2018 a Atlética de Comunicação do Mackenzie comemora 40 anos de tradição, sendo mais antiga que os Jogos Universitários de Comunicação e Artes (JUCA). Em 25 anos de jogos, carrega em seu legado 15 títulos e várias medalhas. Para esse ano, a expectativa da atlética e dos atletas é proporcionar o melhor JUCA de todos.

Fundada em 1978, primeiramente teve um índio como mascote oficial. Quando a atlética passa a ter uma gestão composta somente por mulheres, a mascote passa a ser uma tubarão-fêmea. No entanto, durou pouco tempo e aproximadamente a 30 anos a mascote oficial da atlética é um tubarão-macho, mais conhecido como TUBA.

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O estudante de publicidade e propaganda, Henrique Villani, 18 anos, é integrante da torcida Mack-13 e jogador de basquete. Ele conta que estava ansioso para o seu primeiro JUCA e desde o colegial já planejava sua viagem.

“A melhor sensação do JUCA é estar na arquibancada escutando o som da torcida junto com a bateria”. O estudante fala ainda sobre sua admiração pelo tubarão, “admiro muito o amor que todos os alunos do CCL têm pelo o TUBA, todos dispostos ajudar, principalmente quando a atlética não está em sua melhor situação”.

O vice-presidente esportivo da atlética, Gabriel Abmussi, 25 anos, conta que em seu ponto de vista a maior dificuldade que já enfrentaram foi assumir a atlética após uma gestão conturbada. Relata ainda que o problema surgiu a quase 10 anos atrás. “Presidentes e diretores corruptos desviaram dinheiro e com isso, as dívidas começaram a crescer, até que um grupo de alunos decidiu intervir e criar uma nova gestão”. O objetivo, de acordo com Gabriel, era acertar as dívidas e reconstruir a imagem da atlética que estava denegrida perante os atletas, alunos e até mesmo da universidade.

Ao longo dos anos, a Universidade Presbiteriana Mackenzie passou a apoiar menos o esporte. “Durante esses 40 anos, muitas coisas aconteceram e tudo mudou. O Mackenzie passou a não apoiar o esporte como antes e com isso tivemos que nos adaptar e buscar novas formas de manter o legado”, conta o vice-presidente esportivo. Para ele é preciso muita força de vontade e dedicação, sendo seu único pagamento o reconhecimento do esforço e o amor pelo o que faz. “Lutamos pela melhora da atlética e só vamos parar até estar 100%”.

O Tuba conta com a torcida das cheerleaders “Sharks”

A capitã do time Sharks Cheerleading, Ana Carolina Santana, 22 anos, conta que a expectativa para esse JUCA é levar mais voz para o cheer e reconhecimento desse esporte, para que assim um dia se torne uma modalidade. ‘”No Mackenzie as pessoas já estão reconhecendo o Sharks, pedem para irmos aos jogos, torcer e mandar energias boas. Estamos animados e confiantes que tudo irá dar certo”. A atleta afirma ainda que apesar de todos os problemas, sejam financeiros ou de rendimento, todos sempre estão dispostos a vestir a camisa para representar a faculdade.

A estudante de jornalismo e integrante da Tubateria, Valentina Aquino, 19 anos, relembra que em seu primeiro JUCA, estava ansiosa e alegre, e que apesar de ter ido sozinha, não se sentiu excluída. “O que eu mais gosto é esse jeito de integrar pessoas novas, pelo menos por parte do TUBA. Acho a torcida incrível e acredito que isso que levanta tanto as pessoas, fazendo o JUCA ser o que é”.

Assim como Valentina, a estudante de publicidade e propaganda, Beatriz Marcondes, 20 anos, destaca que o grito e a energia da torcida são importantes para o atleta. “Cada grito chega a arrepiar, sendo ele do apoio da torcida, do Mack-13, da Tubateria ou do Sharks. A garra e o amor que todos tem pelo TUBA é incrível, tanto dentro, quanto fora da quadra nada muda!”, enfatiza a jogadora do futsal feminino.

O futebol de campo masculino e o basquete feminino do Mack são alguns dos atuais campeões do JUCA

Às vésperas dos jogos, os atletas contam que os treinos estão mais puxados, mas se sentem mais confiantes esse ano. “Treinamos forte durante a semana, marcamos amistosos e disputamos campeonatos, justamente porque o JUCA é como se fosse nossa Copa do Mundo, não estamos lá para brincar e sim para vencer!”, comenta Beatriz Marcondes. Assim como a atleta, Henrique Villani, afirma que o basquete está treinando mais pesado. Ana Carolina completa, “os ânimos estão a flor da pele, porque a gente não sabe como vai ser, mas a expectativa é sempre grande”.

Para a atlética, a principal meta é que as próximas gestões nunca percam a dedicação e o amor pelo TUBA. Em relação a parte esportiva, Gabriel Abmussi relata que o chaveamento foi melhor se comparado ao ano passado e comenta que os times estão 100% focados, preparados e com muita vontade de ganhar. “Com certeza vamos proporcionar o melhor JUCA da história do Tubarão”, diz confiante o vice-presidente esportivo.

E nesses jogos, O Fala! e a CLARO vão ajudar os mackenzistas a não ficarem sem bateria e internet.

No ALOJAS do TUBARÃO, vai ter o ESPAÇO RECARREGUE E FIQUE CONECTADO, com Wi-Fi e muitas tomadas para CARREGAR os celulares.

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