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Talvez você precise Hackear a sua rotina – Conheça o Hack Life

Vivemos num mundo padronizado, cheio de paradigmas e rótulos, que talvez esteja fazendo você seguir um caminho que não é seu, mas que a sociedade o impôs goela abaixo no seu pensamento cotidiano.

Por isso, talvez a melhor opção para sair desse marasmo seja hackeando a sua própria vida. Isso mesmo. Hackear.

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O termo hack ainda é meio confuso, mas possui um significado totalmente diferente do que a maioria pensa – e para esclarecer esse conceito, nada melhor do que entrevistar o Renato Stefani, criador do Hack Life. Confira:

Fala!: Renato, no que consiste exatamente o Hack Life?

R.S: O Hack Life é uma plataforma que existe para ajudar seres humanos a se integrarem, equilibrando os pilares corpo, mente e alma.

Como fazemos isso? através de artigos em nosso blog, nossa newsletter semanal (a sexta filosofal), entrevistas com brasileiros que vivem no fluxo de suas vidas no nosso podcast, workshops, retiros e cursos online.

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Renato Stefani.

 

Fala!: No meio universitário, a maioria dos professores são desatualizados e utilizam teses e argumentos muitas vezes ultrapassados. Como você enxerga isso?

R.S: Acredito no ensino de habilidades para a vida, não em técnicas e fórmulas que funcionam por algum tempo determinado.

Acredito que é possível aprender a pensar de forma a resolver o que a vida apresenta à sua frente. Mais do que isso, acredito no aprendizado por experiências, onde você integra o conhecimento à você mesmo, pela sua percepção direta, não pelo seu intelecto.

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Fala!: A rotina é algo muito difícil de se consolidar. Você acha que estabelecer uma rotina é um bom começo para render mais nos estudos, e nos próprios desafios pessoais?

R.S: Acredito que, na vida, vivemos basicamente em 2 ciclos: o ciclo de exploração e o ciclo de execução.

Quando estamos no “modo exploração”, é difícil consolidar uma rotina. não sabemos o que queremos, não sabemos quem somos, não sabemos o que queremos fazer. Nessa hora a melhor coisa que podemos fazer é justamente não ter uma rotina e explorar.

Naturalmente, tem uma hora que esse ciclo se encerra, e então queremos aplicar, executar tudo aquilo que integramos no modo “exploração”.

Nessa hora, ativando o modo “execução”, aí sim é a hora de elaborar uma rotina, entender seus altos e baixos durante o dia, e como tirar o melhor proveito deles para fazer acontecer seu novo propósito.

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Fala!: A partir do conceito do Hack Life, o que a saúde tem a ver com o aprendizado?

R.S: Absolutamente tudo. devido ao modo de como vivemos, totalmente alheios ao nosso ser e à nossa natureza, nos convencemos de comer o que não é comida, a prostituir a nossa mente com a enxurrada de informações que recebemos a cada segundo.

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Fala!: Você se considera uma pessoa realizada?

R.S: Gosto de falar que “estou me realizando” a cada momento, e que estou aprendendo mais sobre como me realizar.

Meu conceito sobre “realizado” é alguém que compreende o cosmos em toda a sua extensão, como os grandes yogis e mestres iluminados. Nesse sentido, acredito que ainda tenho muitas vidas pela frente para chegar lá.

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Curso Hack Life.

 

Fala!: Qual é a sua opinião sobre aposentadoria?

R.S: Todos os grandes mestres os quais admiro e sigo como referência trabalharam até os últimos dias de suas vidas, pois estavam firmes em seu propósito e sua essência. Aquilo lhes dava tamanha força e energia que os possibilitava viverem alegres e plenos até seus últimos segundos.

Acredito muito mais no conceito de pequenas “mini aposentadorias” ao longo da vida, justamente para os momentos em que estamos no “modo exploração” que citei algumas perguntas atrás.

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Fala!: O que você pensa sobre ganhar pouco, mas trabalhar com o que gosta?

R.S: A plena realização de vida. onde você está voltado para o que te nutre, não o que o mundo gostaria que você fosse.

Fala!: Para fechar: como você enxerga a sociedade de hoje? Você acredita que estamos progredindo ou regredindo, no sentido de ter um mundo melhor?

R.S: Uau, que pergunta. digamos que a minha vida está voltada a responder isso. Vou tentar resumir:

Isso é tudo muito relativo. Entenda que a minha resposta se baseia apenas na minha percepção mental. Se eu me cercar de pessoas que operam na lógica da abundância, cercado de amor, provavelmente vou te dar uma resposta que o mundo é só alegria e está progredindo.

Portanto, o modo como vejo a “sociedade” é um reflexo de como eu mesmo estou internamente.

Nas últimas 24h por exemplo, teve momentos em que estava explodindo de felicidade e que tudo era lindo, abundante, e queria abraçar todo mundo e fazer uma grande festa com todas as minhas pessoas amadas. Mas em outros momentos eu estava sozinho refletindo que não adianta fazer nenhum esforço, que nada vai mudar mesmo, que o ser humano é burro, é mal e que não tem outra escapatória para o planeta.

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Por: Marcelo Gasperin – Fala! Universidades

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