Home / Universidades / Anhembi / Entrevistamos a GRIFO – Atlética de comunicação da Anhembi Morumbi

Entrevistamos a GRIFO – Atlética de comunicação da Anhembi Morumbi

A Atlética GRIFO foi fundada em outubro de 2006, e este ano fazem 10 anos de história. Em cinco anos de participação no JUCA, um título conquistado – em 2015 na cidade de Araraquara.  Hoje, contam com cerca de 236 atletas, e esperam encontrar mais alunos que possam somar em qualidade para as diversas equipes.

reunia%cc%83o-atletica
Foto: divulgação GRIFO.

 

Para saber um pouco mais sobre a atlética, conversamos com a sua organização. Confira:

01. Quando foi o primeiro Juca e como foi a participação da GRIFO?

Em 2012. A participação no esportivo não foi muito boa. Era o primeiro ano, tivemos dificuldades no chaveamento e não éramos tão estruturados como hoje. Porém, fora de quadra, demos um show! Foi muito bom para um primeiro JUCA. E como diria nosso ex-presidente da época: “Não ganhamos nada. Tinha open bar nos jogos”.

torcida-grande-juca-2016
Foto: divulgação GRIFO.

 

02. Quantos membros são da atlética e quais são as principais funções exercidas dentro da atlética?

Hoje contamos com cerca de 40 atleticanos divididos em equipes: comunicação, esportes e eventos. E na atlética fazemos de tudo: desde panfletagem, até montar planilhas de festas.

img_4623
Foto: divulgação GRIFO.

 

03. Quantos membros fazem parte da diretoria?

Hoje somos em 6 membros na diretoria. Eu, Lucas (Presidente), Fred (Vice-Presidente), Vebinha (DGE), Marcelão (Secretário), Jaque (Comunicação) e Bruno Stocco (Eventos).

04. Quais esportes ganharam o Juca de 2015 e no 2016?

Em 2015, ano do título, tivemos muitos ouros. Nas modalidades de quadra, tivemos ouro no Handebol Masculino e Feminino, no futsal masculino, no basquete masculino e no tênis de campo masculino. Já em 2016, tivemos menos títulos. Handebol feminino, tênis de mesa masculino, basquete masculino e voleibol masculino. Mas, muitas modalidades chegaram na final e se superaram também em quadra. No fim, o que vale para nós é o quanto cada modalidade se esforçou e contribuiu para o resultado final.

medalhas-juca-2015
Foto: divulgação GRIFO.

 

05. Para o Juca de 2017 já houve a mudança do Comitê da GRIFO. Quais são as mudanças que serão feitas nesse novo mandato?

Quem está a frente da GRIFO hoje já fez parte de outros anos. Não temos muito o que mudar perante o que aconteceu nos últimos anos. Claro, uma coisa ou outra muda por conta do perfil de quem hoje toma as decisões e planeja o que será feito, mas isso prefiro deixar para que todos vejam no decorrer do ano.

06. Fazendo o balanço geral, o que o Juca de 2016 significou para a Grifo?

O Juca 2016 acho que nos mostrou que ainda temos muito o que crescer e amadurecer. Por outro lado, mostrou que o título em 2015 não foi obra do acaso. Nós chegamos para ficar nas cabeças. E também, este ano, comprovamos mais uma vez que de fato, ‘a festa aqui se faz’.

bateria-arquibancada-juca-2016
Foto: divulgação GRIFO.

 

07. De todos os jogos que já aconteceram, qual foi o mais marcante?

Essa é uma resposta que, pra mim, é simples. JUCA 2013, Jacareí. O futsal masculino contra a Metodista. Em resumo, viramos pro segundo tempo perdendo de 3 x 1, e logo no primeiro minuto eles abriram pra 4×1. A bateria tirou forças de onde não tinha, a torcida toda desceu para mais perto da quadra e bom… Viramos o jogo! Foi insano.

titulos
Foto: divulgação GRIFO.

 

08. Quem é amigo de um atleta sabe o quanto é puxado o treino e a preparação para conseguir um bom resultado nos jogos. Qual é o diferencial da GRIFO com seus atletas?

Nós procuramos tratar todos os atletas de uma maneira especial. A nossa missão é marcar a vida deles com o esporte universitário; que todos sintam-se parte de uma grande família. No fim, uma mochila de atleta é legal, mas a experiência que muitos levam para a vida conta muito mais. Então, posso dizer que nosso diferencial é que todos fazemos parte de algo muito maior, que eu, em 5 anos, não consigo explicar.

09. Sabemos que a GRIFO tem a Bateria Pegada Monstro e as Harpias, mas além deles vocês também podem contar com a torcida dos alunos. Qual é a importância deles nos jogos?

É essencial. Quem joga sabe muito bem disso. Saber que tem 1000 pessoas ali, torcendo por você, sem ao menos te conhecer, é algo muito louco. Batemos muito nessa tecla durante o ano e no JUCA, que o apoio da galera é essencial para nós fazermos a festa que tanto gostamos, e claro, ganhar!

img_3715
Foto: divulgação GRIFO.

 

10. Um dos principais motivos para a GRIFO ser lembrada são as festas. Em um ano são o total de quantas festas? Tem mais alguma novidade vindo por aí?

Bom, colocando num calendário anual, temos: St. Patricks (nossa cervejada mais tradicional), cervejada Pré-JUCA, cervejada pós-JUCA, Devaneio (festa a fantasia), Baile da Pegada e a Poderoso Chefão, para fechar o ano. E sobre novidades: sim, tem. Se eu vou falar? Agora não. É só ficar por dentro das redes que vem coisa boa por aí.

11. Sobre a importância do aluno fazer parte de algum grupo fora da sala de aula: Qual é o diferencial de entrar para a atlética e se envolver com outras atividades?

Eu gosto de dizer, com todo respeito aos meus professores, que minha maior escola na Universidade não foi a de Comunicação, e sim a atlética. Aos que fazem parte como associados, é notável o crescimento pessoal e profissional. Eu falo por mim, muito do meu amadurecimento passou por pancadas que tomei na Atlética. E hoje vejo isso nos novos integrantes. Temos muita gente com muita capacidade ali, que na Atlética, desenvolve um lado que jamais imaginou ser capaz. E aos alunos, nós procuramos marcar a vida de todos que foram a uma festa, ou a todos os JUCAs. Nossa missão é trazer a vivência universitária para quem está próximo da gente.

img_6444
Foto: divulgação GRIFO.

 

instrumentos-bateria
Foto: divulgação GRIFO.

 

mascote
Foto: divulgação GRIFO.

 

 

Clique AQUI e acesse a página da GRIFO no Facebook.

 

 

Por: Mitty Yashima – Fala! Anhembi

Confira também

O Continente Imaginário de Sidney Nicéas

Por Rafael Mastrocinque – Fala! Universidades   Era a última quinta feira da 24ª Bienal ...