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Alunas promovem primeira Batalha de Rap dentro da Cásper Líbero

Por Vinicus Marques – Fala! Cásper

 

Na última quarta-feira (23/08), durante a Semana de Comunicação da Cásper, uma batida até então inesperada no prédio vibrou as salas do terceiro andar. Era a inédita Batalha de Rap, organizada pelas casperianas Beatriz Issler, Giovanna Galvani, Bruna Cortello e conduzida pela aluna Ana Beatriz Azevedo, ou MC Fissu.

Logo no começo do rolê, as minas já passaram a visão de que o rap é a forma de protesto que muitas pessoas da periferia têm para se fazerem ouvir – algumas vezes, a única que encontram – e que por esse motivo, todos refletissem o fato de que estávamos numa faculdade particular, elitista, sob o ar condicionado de uma sala de aula, mas que isso de maneira nenhuma invalidaria a essência do evento.

As regras de uma batalha são simples: qualquer um que chegar, pode participar. Cada improvisação deve ser de trinta segundos e o rapper que receber maior agito da galera, em cada rodada, leva a vez.

No evento pudemos experimentar um pouco dessa arte. A galera se juntou ao redor dos rappers e sugeriu temas como representatividade negra, privatização, legalização da maconha, violência e ações policiais.

Ficaram na disputa os alunos Gustavo Norvak, Danilo Salmi, Téo França, e também Dezoti, rapper e funcionário da Cásper.

Nas últimas rodadas, disputadas por Novak e Dezoti, houve um elemento surpresa. A estudante Ana Beatriz Albano somou para fazer o beat box na final e arrasou. Com compassos bem ritmados, ela fez as batidas que trouxeram a vitória a Dezoti.

Depois dele, Novak foi premiado com o segundo lugar. Entretanto, a última posição não foi para um dos competidores, como deveria ser. Por sua iniciativa e performance no beat box, as organizadoras acharam mais do que justo colocar Ana Beatriz Albano em terceiro lugar.

O vencedor foi premiado com cinquenta reais, um VIP para um rolê da Meca Company e uma camiseta da marca. Os prêmios foram oferecidos pela empresa.

A batalha foi linda. Ficam os parabéns a toda a equipe que bolou e se comprometeu com a programação. Um rolê completamente pensado e executado por alunas; um evento inclusivo e que trouxe uma cultura tão presente em SP para dentro de nossa faculdade. Os alunos e alunas da Cásper, com toda certeza, esperam por mais eventos multiculturais como esse.

 

Confira também a arte oficial do evento:

 

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